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Ela achou que era câimbra no hot yoga, mas sensação tinha outro nome

Karol Rosalin conta que sentiu uma reação inesperada durante uma postura de hot yoga e só depois descobriu que ela pode ocorrer durante exercícios

Ela pensou que fosse câimbra durante o exercício, mas descobriu o coreorgasmo

Divulgação CO Assessoria
Influenciadora conta como descobriu o 'coreorgasmo' durante uma aula de yoga
Redação Entretenimento clock 04/10/2026 13:10
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A influenciadora fitness Karol Rosalin, de 26 anos, confundiu uma sensação durante uma aula de hot yoga com uma possível câimbra e só depois, ao pesquisar sobre o que havia acontecido, conheceu o termo coreorgasmo. A modalidade é nova em sua rotina: ela começou a praticar há menos de dois meses e atualmente faz duas aulas por semana.

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Ainda se acostumando aos treinos em uma sala aquecida, Karol conta que transpira muito durante as aulas e que naquele dia estava fazendo uma postura que exigia bastante contração do abdômen.

 

“Na hora achei que fosse uma câimbra. Estava com muito calor, suando e fazendo força no abdômen, então foi o que passou pela minha cabeça. Só que continuou e começou a ficar diferente. Fiquei confusa porque nunca tinha sentido aquilo treinando”, conta.

 

A explicação apareceu depois da aula, quando Karol pesquisou se outras pessoas já haviam passado por algo semelhante durante um exercício. Foi então que encontrou o termo coreorgasmo, usado para descrever orgasmos provocados pela atividade física, inclusive sem que exista uma situação sexual.

 

“Eu nunca tinha ouvido falar nisso. Comecei a ler os relatos e várias coisas batiam com o que eu tinha sentido. O que mais me chamou atenção foi descobrir que pode acontecer sem a pessoa estar pensando em sexo. Eu estava simplesmente fazendo minha aula”, afirma.

 

A experiência também mudou uma coisa na nova rotina de hot yoga: agora Karol já sabe que aquela sensação pode aparecer durante o exercício.

 

“Treino há muitos anos e sei reconhecer câimbra, cansaço, dor e quando estou chegando à falha, então foi estranho não conseguir identificar aquilo na hora. Depois que pesquisei, tudo fez mais sentido. Agora vou para a aula sabendo que meu corpo pode reagir de um jeito que eu nem imaginava”, conclui. 

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