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'O shape pode enganar': Kelly Key revela o que existe por trás de seu corpo

Influenciadora postou reflexão sobre estética do shape definido

Kelly Key explica como mantém o corpo definido e reconhece seus privilégios Reprodução Instagram
Kelly Key fala sobre corpo definido e admite privilégios
Redação Entretenimento clock 28/09/2026 08:00
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Kelly Key aproveitou um momento de treino na academia para compartilhar uma reflexão sobre a relação com o próprio corpo e os privilégios envolvidos na construção do físico que exibe. A empresária publicou imagens do treino e falou sobre o preconceito que, segundo ela, pode surgir quando uma mulher aparece com um corpo considerado dentro de determinados padrões.

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Nos Stories do Instagram, Kelly apareceu diante do espelho usando um conjunto fitness verde, formado por top cropped e short, e mostrou o abdômen definido. Na legenda, escreveu: “Bom dia com aquele shape que, muitas vezes, gera preconceito”.

 

A empresária então questionou a percepção de quem vê um corpo como o dela. “Fala sério, quantas vezes você já olhou para uma mulher com um corpo assim e pensou: ‘Também... deve viver para isso’. Eu entendo. A imagem pode enganar. Mas cuidar do meu corpo não é a minha vida inteira. É uma das minhas prioridades. Eu trabalho. Estudo. Sou mãe. Tenho família. Tenho negócios. Tenho projetos. Tenho responsabilidades. E treino!”, escreveu.

 

Kelly também reconheceu que manter esse estilo de vida envolve recursos financeiros. “Porque decidi há muitos anos como quero envelhecer, e não estou falando só de estética. Estou falando de força, autonomia, mobilidade, saúde, disposição. Mas também não vou romantizar: sim, existe dinheiro investido aqui. Tenho acompanhamento; faço exames; invisto em profissionais; treino em lugares que me dão conforto; compro roupas que me motivam; uso os recursos que tenho para potencializar meus resultados”, afirmou.

 

 

 

Na sequência, ela comparou o investimento financeiro a uma ferramenta que pode facilitar um percurso, mas não substitui a necessidade de seguir uma direção.

 

“Dinheiro é ferramenta. Não é o caminho. Pensa em uma viagem: você pode fazer o trajeto a pé; pode fazer de carro; o carro pode tornar a viagem mais rápida e confortável. Mas ainda é preciso saber para onde ir. Ainda é preciso seguir a direção. Ainda é preciso percorrer o caminho.”

 

Ao concluir a reflexão, Kelly voltou a falar sobre constância e a importância de priorizar os cuidados pessoais.

 

“Com o corpo é parecido. Os recursos podem potencializar, mas não substituem constância. E talvez o maior privilégio não seja simplesmente poder investir. É entender que cuidar de si merece ocupar um lugar na sua lista de prioridades. Porque o corpo que você está construindo hoje é o corpo que vai carregar você pelos próximos anos”.

 

 

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