MC Mirella dança com microcalcinha e tamanho da região íntima intriga fãs
Elas bombaram na década de 2000 em diversas áreas do entretenimento; saiba como estão hoje em dia
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Durante os anos 2000, uma geração de musas do funk ganhou espaço em diferentes áreas do entretenimento brasileiro. Elas apareciam com frequência na televisão e no rádio, estampavam revistas, marcavam presença no Carnaval como rainhas de bateria e musas de blocos e chegaram até mesmo a servir de inspiração para personagens de novelas da Globo. O fenômeno ficou conhecido como Mulheres-Fruta.
A onda começou em 2006, quando Andressa Soares ganhou projeção como dançarina de MC Créu. O corpo da artista lhe rendeu o apelido de Mulher Melancia, que rapidamente se transformou em uma marca de sua carreira. A partir dela, outras mulheres passaram a receber nomes inspirados em frutas, geralmente associados a características físicas, formando uma espécie de elenco de celebridades do funk carioca.
Ellen Cardoso virou Mulher Moranguinho, Renata Frisson passou a ser chamada de Mulher Melão, Dayane Cristina ficou conhecida como Mulher Jaca, Gracy Kelly adotou o nome Mulher Maçã, Suéllem Cury tornou-se Mulher Pêra e Marcela Porto recebeu o título de Mulher Abacaxi.
O tempo, porém, modificou o cenário que havia transformado essas artistas em fenômenos populares. Com as mudanças na indústria do funk e no próprio mercado de entretenimento, cada uma tomou um caminho diferente. Algumas continuaram diante do público, enquanto outras reduziram a exposição e passaram a levar uma rotina mais reservada.
Veja o que aconteceu com as principais Mulheres-Fruta e por onde elas andam atualmente.
Foi com Andressa Soares que a onda das Mulheres-Fruta ganhou força. A artista começou a chamar atenção como dançarina de MC Créu e rapidamente passou a ser conhecida pelo apelido de Mulher Melancia.
No auge da fama, ela alcançou grande destaque também fora dos palcos. Em 2008, posou para a Playboy e registrou um dos recordes de vendas da revista.
A carreira artística ficou para trás em 2016, quando Andressa decidiu investir no mercado de importados e passou a atuar como empresária. Atualmente, ela também trabalha como influenciadora digital e reúne mais de 1,5 milhão de seguidores no Instagram.
A vida pessoal também ganhou novos rumos. Andressa é casada com o jogador de futebol Michel Macedo, ex-Corinthians, com quem tem um filho, Arthur Miguel, de 6 anos.
Dois anos depois da ascensão de Andressa, Ellen Cardoso passou a ocupar o posto deixado pela colega como dançarina de MC Créu. Em 2008, ela ganhou o nome de Mulher Moranguinho e se tornou outra figura conhecida daquela fase do funk.
Com o passar do tempo, Ellen se distanciou da música e direcionou sua carreira para as redes sociais. A exposição na televisão voltou a crescer em 2022, quando ela integrou o elenco de A Fazenda, reality show da Record.
A trajetória pessoal da artista também foi marcada por episódios controversos envolvendo o relacionamento com o cantor Naldo. Em 2017, Ellen acusou o marido de agressão física. Após a denúncia, o artista chegou a ser preso.
Apesar do episódio, os dois reataram o relacionamento. Em 2020, inclusive, realizaram uma cerimônia de renovação de votos na Itália. O casal tem uma filha, Maria Victoria, de 11 anos.
Renata Frisson foi outra das Mulheres-Fruta que permaneceu ligada ao funk por mais tempo. Entre 2008 e 2009, ela atuou como dançarina de MC Frank e ganhou notoriedade como Mulher Melão.
Posteriormente, a artista também passou a cantar e encontrou uma nova fonte de renda durante a pandemia. Foi nesse período que Renata entrou no mercado de conteúdo adulto por meio do OnlyFans.
Em 2021, durante uma entrevista ao programa Holofote, da Rádio FM O Dia, ela afirmou que havia se tornado milionária poucos meses depois de começar a produzir material para a plataforma.
Além da atuação como criadora de conteúdo, Renata também ocupa a função de diretora do quadro de musas do Acadêmicos do Salgueiro.
Dayane Cristina fez parte do grupo de dançarinas de MC Créu entre 2006 e 2009. Ela ganhou o apelido de Mulher Jaca em razão das coxas grossas e definidas que se tornaram uma de suas principais características.
A vida da artista mudou posteriormente. Dayane deixou a carreira artística, se casou com um estrangeiro e se mudou para Miami, nos Estados Unidos, onde vive atualmente.
Mesmo longe dos palcos, ela continua ativa nas redes sociais. A Mulher Jaca mantém uma carreira como influenciadora digital e soma 156 mil seguidores no Instagram, plataforma na qual costuma mostrar sua rotina de exercícios físicos.
Assim como Renata Frisson, Dayane também passou a produzir conteúdo adulto para o OnlyFans.
Grace Kelly integrou a equipe de dançarinas de MC Leozinho entre 2006 e 2008 e adotou o nome artístico Mulher Maçã. A escolha fazia referência aos próprios seios.
Um dos episódios que mais marcou sua trajetória aconteceu em 2011. Naquele ano, após a morte de Steve Jobs, fundador da Apple, ela se declarou “viúva de Steve Jobs”.
Atualmente, Grace Kelly também vive em Miami e mantém uma rotina distante dos holofotes que marcaram sua fase de maior popularidade. Nas redes sociais, ela possui 45 mil seguidores.
Suéllem Cury teve uma trajetória diferente das demais integrantes do grupo. Ela não chegou ao público como dançarina de um artista de funk, mas como personalidade televisiva.
A presença frequente nos debates do Superpop, apresentado por Luciana Gimenez na RedeTV!, fez com que ela ganhasse notoriedade. Foi nesse período que recebeu o apelido de Mulher Pêra, associado à cintura fina e ao quadril largo.
Anos depois, Suéllem também tentou ingressar na política. Em 2010, candidatou-se ao cargo de deputada federal por São Paulo, mas não conseguiu se eleger.
Em 2013, ela apresentou temporariamente o programa infantil A Fadinha do Brasil. Atualmente, é casada com o empresário Jamil Cury e se tornou sócia de uma empresa especializada em cristais importados de luxo.
Ela também continua trabalhando como personalidade da televisão e influenciadora digital, acumulando 219 mil seguidores no Instagram.
Marcela Porto ganhou notoriedade por sua participação no grupo Furacão 2000, mas o apelido Mulher Abacaxi tem uma origem diferente. Antes de se consolidar na vida artística, ela trabalhava como caminhoneira no transporte de abacaxis entre Campos, no Rio de Janeiro, e Vitória, no Espírito Santo.
Sua trajetória no Carnaval também lhe rendeu um feito marcante. Em 2022, Marcela se tornou a primeira mulher transexual a conquistar o posto de madrinha de bateria no Carnaval do Rio de Janeiro. Na ocasião, ela ocupou a função na Unidos da Ponte, escola de São João de Meriti.
Hoje, Marcela concilia diferentes atividades. Ela atua como rainha de bateria da Chatuba de Mesquita e do Acadêmicos de Niterói, além de continuar trabalhando em sua própria empresa de transporte.