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Ex-jogador, condenado a nove anos de prisão, teve novo pedido de remição parcialmente aceito pela Justiça em setembro
Reprodução TV Globo / Esquenta A Justiça concedeu uma nova redução na pena de Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro na Itália. Em decisão publicada em setembro deste ano, o ex-jogador teve 72 dias de prisão remidos após comprovar a participação em atividades de trabalho, estudo, qualificação profissional e leitura durante o período em que está detido.
O pedido, no entanto, foi aceito apenas parcialmente. A Justiça não reconheceu certificados apresentados referentes a cursos feitos a distância pelo Instituto Universal Brasileiro, entre eles o de Eletrônica Básica.
A decisão foi disponibilizada no Diário de Justiça Eletrônico Nacional em 11 de setembro de 2026. Atualmente, Robinho está preso no Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo.
A remição de pena permitiu que o ex-jogador diminuísse o período de encarceramento por atividades realizadas dentro do sistema prisional. Ao todo, foram reconhecidos 72 dias, divididos em três categorias:
Entre os livros lidos por Robinho estão Tristão e Isolda, Capitães da Areia e A Invenção de Hugo Cabret.
Apesar de a Justiça ter reconhecido parte das atividades apresentadas pela defesa, os certificados de cursos a distância do Instituto Universal Brasileiro foram rejeitados.
O magistrado apontou que a solicitação não estava de acordo com as regras previstas na Lei de Execução Penal para a concessão da remição.
Assim, somente as atividades consideradas válidas no processo foram utilizadas para calcular os 72 dias descontados da pena do ex-jogador.
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