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Filhos de Harry e Meghan vão estudar em escola que custa R$ 180 mil

Archie e Lilibet foram matriculados em uma instituição de elite no Reino Unido, com estrutura luxuosa e forte esquema de privacidade

Harry e Meghan Markle Reprodução Instagram @meghan
Harry e Meghan Markle escolheram uma escola de elite no Reino Unido para os filhos, Archie e Lilibet, com anuidade superior a R$ 180 mil
Redação Entretenimento clock 07/09/2026 06:00
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príncipe Harry e Meghan Markle já definiram onde os filhos, Archie, de 7 anos, e Lilibet Diana, de 5, vão estudar após o retorno da família ao Reino Unido. Segundo informações divulgadas pelo Page Six, as crianças foram matriculadas em uma tradicional escola preparatória de elite, cuja mensalidade anual ultrapassa US$ 35 mil, valor equivalente a mais de R$ 180 mil. 

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Por questões de segurança, o nome da instituição não foi divulgado. A escola, porém, impressiona pela estrutura oferecida aos alunos. O espaço possui piscina coberta, academia, campos de grama, quadras de grama sintética e até acesso a um rio, onde são realizadas atividades como passeios de barco e aulas de caiaque.

 

A estrutura também inclui estúdios de arte, sala de culinária, laboratórios de ciências e teatro. Há ainda um centro voltado à música e às artes cênicas, equipado com salas de ensaio e espaços para apresentações. No setor de alimentação, os estudantes têm café da manhã, almoço e jantar, com pratos que, de acordo com o Page Six, incluem falafel e cordeiro assado lentamente.

 

Harry e Meghan retornaram ao Reino Unido com os filhos há cerca de uma semana, depois de chegarem ao país em 26 de agosto. Desde então, o casal tem se dedicado a organizar a nova rotina familiar. A expectativa é de que Archie e Lilibet comecem a frequentar a escola ainda nesta semana.

 

A preocupação com a privacidade das crianças também teria sido reforçada antes do início das aulas. Segundo o Page Six, pais de estudantes de uma escola particular da região receberam uma carta com recomendações para preservar a segurança dos alunos. O comunicado orientava, entre outras coisas, que não fossem feitos registros em fotos ou vídeos de outras crianças sem autorização e que informações sobre estudantes e seus familiares não fossem divulgadas nas redes sociais.

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