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Ana Castela desabafa sobre 'orelha de abano'; médico explica correções

Cantora já passou por procedimento e voltou a considerar uma nova intervenção; especialista fala sobre otoplastia e técnica minimamente invasiva

Cantora já passou por procedimento e voltou a considerar uma nova intervenção; especialista fala sobre otoplastia e técnica minimamente invasiva
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Ana Castela desabafa sobre "orelha de abano"; médico explica correções
Redação Entretenimento clock 06/09/2026 13:00
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Ana Castela voltou a comentar sobre as chamadas “orelhas de abano”, característica que, segundo a própria cantora, já foi motivo de insegurança e bullying. A artista também já revelou ter passado por um procedimento para corrigir a projeção das orelhas e, diante da insatisfação com o resultado, voltou a avaliar novas possibilidades.

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O caso chama atenção para os diferentes tratamentos disponíveis atualmente. A otoplastia convencional continua sendo uma das principais alternativas, mas técnicas minimamente invasivas também vêm sendo utilizadas em pacientes selecionados.

 

Otoplastia ainda é o procedimento mais conhecido

 

A cirurgia convencional pode envolver incisão atrás da orelha, remodelação da cartilagem e suturas para manter a nova posição. Segundo o cirurgião-dentista Dr. Uedli Aguiar, CRO-MG 74292, a indicação depende da anatomia e das expectativas de cada paciente.

 

“A otoplastia é uma técnica consolidada e pode proporcionar excelentes resultados quando bem indicada. O procedimento permite remodelar a cartilagem e modificar o posicionamento da orelha. No entanto, como qualquer cirurgia, envolve cortes, suturas e um período de recuperação. Por isso, é importante avaliar se aquela é realmente a melhor opção para o paciente.”

 

Método minimamente invasivo

 

Como alternativa à cirurgia convencional, o especialista desenvolveu o Método OTO4K®%uFE0F, que propõe a remodelação controlada da cartilagem sem cortes cirúrgicos convencionais. Segundo ele, o procedimento é realizado com anestesia local e dura, em média, 40 minutos.

 

“A proposta do Método OTO4K é realizar uma remodelação controlada da cartilagem para reposicionar a orelha sem a necessidade de uma cirurgia aberta. A técnica busca reduzir o trauma dos tecidos, evitar cicatrizes aparentes e permitir uma recuperação mais rápida. É importante ressaltar que a indicação é individual e depende das características anatômicas de cada paciente.”

 

O resultado pode voltar?

 

Uma das dúvidas de quem já passou por algum procedimento é a possibilidade de a orelha voltar a apresentar maior projeção. Para o médico, casos de recidiva precisam ser avaliados antes de qualquer nova intervenção.

 

“Quando o paciente já realizou um procedimento e não ficou satisfeito com a permanência do resultado, precisamos entender o que aconteceu. Avaliamos a estrutura da cartilagem, a técnica utilizada anteriormente e o processo de cicatrização. A partir dessa análise, podemos definir qual abordagem apresenta maior possibilidade de estabilidade.”

 

Estética e autoestima

 

A questão também pode ter impacto emocional. No caso de Ana Castela, a cantora já relatou publicamente experiências de bullying relacionadas às orelhas.

 

“A correção pode representar muito mais do que uma mudança estética para alguns pacientes. Pessoas que passaram anos ouvindo comentários ou se sentindo inseguras podem perceber uma melhora importante na autoestima. Porém, o procedimento precisa respeitar a anatomia e buscar um resultado natural, sem criar uma aparência artificial.” 

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