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Mariana Goldfarb expõe perseguição de homem obcecado: 'Você será minha'

Modelo expôs as ameaças que passou a sofrer de um stalker nas redes sociais

Modelo expôs as ameaças que passou a sofrer de um stalker nas redes sociais Instagram
Mariana Goldfarb expõe perseguição de homem obcecado: 'Você será minha'
Redação Entretenimento clock 07/04/2026 13:25
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A modelo Mariana Goldfarb, de 35 anos, usou as redes sociais para expor uma situação que vem enfrentando com um homem que insiste em enviar mensagens por meio do Instagram. Incomodada com a frequência e o teor das abordagens, ela decidiu tornar pública a troca para alertar seguidores.

 

No conteúdo compartilhado, Mariana exibiu a caixa de mensagens com ao menos cinco tentativas de contato feitas pelo mesmo usuário, que afirma repetidamente que terá um relacionamento com ela. Ao publicar o print, a modelo reagiu com ironia: "Internação resolve?".

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A imagem mostra que as mensagens foram enviadas ao longo de meses, desde o fim de 2025 até a última segunda-feira (6), sem qualquer resposta da influenciadora.

 

Em diferentes ocasiões, o homem escreveu frases como "Mari, você será minha mulher!", "Mari, você será o grande amor da minha vida", "Não me cansarei de falar: você será minha para sempre" e "Eu serei o homem que te fará feliz para sempre".

 

 

Após a exposição, Mariana desabafou sobre o incômodo e a preocupação com a situação.

 

"Gente, não estou achando isso engraçado, não. Estou recebendo mensagem de vocês, rindo, mas não estou achando engraçado, não. Dizem que remédio pra maluco é um maluco e meio. Só que em alguns casos, a gente não alcança, não atinge. Denuncio? Como faço isso? Já bloqueei, aí vai e cria outra página. Como que a gente faz? O pior é que essa pessoa não é fake, não é robô, temos amigos em comum", explicou.

 

 

Em seguida, ela ampliou o relato ao comentar sobre a sensação constante de alerta vivida por mulheres em diferentes contextos.

 

"Trabalho, academia, na rua, na internet. A gente vive assim, com medo, o tempo inteiro. A gente já aprendeu a viver nesse estado de hipervigilância, de atenção, pra minizar os riscos. Tentar se proteger o máximo possível. É uma merda viver assim, não é bom". 

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