Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
A influenciadora de 35 anos compartilhou um desabafo sobre liberdade, autenticidade e amor-próprio em seu Instagram
Reprodução Instagram
A modelo e influenciadora Mariana Goldfarb, de 35 anos, movimentou as redes sociais na noite de segunda-feira (26) ao compartilhar, em seu Instagram, um registro em que aparece completamente nua em meio à natureza, durante um banho de cachoeira. A imagem veio acompanhada de um texto intenso e reflexivo, no qual ela aborda temas como amor-próprio, autonomia feminina e os custos emocionais de se manter fiel à própria essência.
Na legenda, a ex-mulher do ator Cauã Reymond, de 45 anos, inicia o desabafo com a frase "Me escolhi", dando o tom da mensagem. Ao longo do texto, Mariana descreve a dor e o cansaço que, segundo ela, acompanham o processo de se libertar de expectativas externas e padrões impostos, comparando essa jornada a um esforço árduo e, muitas vezes, solitário.
"Me escolhi. E não encontro palavras para o tamanho da dor que sinto. Nunca pensei que a liberdade custasse tão caro. Nada antes foi tão duro de conseguir. Dói muito, dói demais, me sinto cansada, me sinto com sede depois de ter bebido oceano. Continuo com sede. Me sinto sem braço, sem perna, sem mão, mas não sem mim", escreveu ela, ao explicar a decisão de priorizar a própria verdade em vez de convenções sociais.
Em outro trecho, a influenciadora reflete sobre as escolhas que deixou de fazer e os papéis que se recusou a assumir para não se afastar de quem realmente é. "Penso o que teria sido se eu tivesse optado pelos braços, pernas, anéis e brincos e esquecido das minhas sardas. É caro. Não é coisa de gente grande. É coisa de criança, mesmo. Coisa de gente grande não quero, não. Sou pequenina, sou broto, botão, nunca quis ser avião, sempre fui passarinho", afirmou.
Mariana também contrapõe o glamour associado à fama com a simplicidade que diz buscar no dia a dia, ressaltando sua preferência por experiências naturais e espontâneas. "Prefiro a ausência de sapatos. Não sei andar de salto alto. Prefiro o andar dos gatos. Prefiro a luz da lua aos flashes dos fotógrafos, eles cegam. Prefiro o calor do sol aos dos casacos caros. Aliás não gosto de casacos, nem de vestidos de paetês, entendi que ao vestir-me de mim fico insuportável aos olhos dos que fogem de si", declarou.
Ela encerra o texto assumindo o rótulo de rebelde e defendendo a importância de não se moldar para agradar. "Me disseram que sou rebelde, talvez seja mesmo e, ai de mim, se mudar. Quero ser lembrada pelo sorriso com os sisos à mostra, principalmente os caninos. Quero ser lembrada rebelde, criança, broto, botão, nunca avião. Já disse, sou passarinho", concluiu, reforçando a ideia de que a autenticidade, apesar de custosa, é inegociável.