Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
"Criaram a ideia de que mulher que treina só se interessa por homem musculoso, e isso não é verdade", afirma Karol Rosalin
CO Assessoria
A influenciadora Karol Rosalin, de 26 anos, natural de São Paulo e conhecida internacionalmente após receber o título de “Mulher Fitness Perfeita” pela Playboy Austrália com base em análise de simetria corporal por inteligência artificial, afirmou que sua imagem pública tem influenciado a forma como os homens se aproximam dela.
Segundo a influenciadora, existe uma expectativa automática de que mulheres com corpo definido só se relacionem com homens igualmente musculosos.
Karol diz que essa ideia se tornou recorrente nas mensagens que recebe nas redes sociais e também nas interações fora do ambiente digital.
Para ela, muitos homens deixam de se aproximar por acreditarem que não correspondem ao que imaginam ser o padrão exigido por uma mulher fitness. “Criaram essa narrativa de que mulher que treina só quer homem sarado. Isso acaba afastando quem não se sente dentro desse molde”, afirma.
A influenciadora conta que sua preferência pessoal não segue esse estereótipo e que o chamado “daddy body”, corpo mais natural e menos definido, costuma ser alvo de preconceito injustificado. “Nem toda mulher que cuida do corpo quer alguém igual. Existe uma fantasia criada em cima da estética fitness que não reflete a realidade”, diz.
Segundo Karol, o próprio universo das academias pode reforçar uma lógica competitiva que interfere nos relacionamentos. Ela afirma que o ambiente fitness muitas vezes transforma aparência em comparação constante, o que acaba criando inseguranças.
“Quando tudo vira shape, número e definição, as pessoas começam a medir valor por isso. Relacionamento não deveria funcionar assim”, declara.
Para ela, falar abertamente sobre o tema é uma forma de quebrar expectativas irreais construídas nas redes sociais. “Ser chamada de Mulher Fitness Perfeita não significa que eu tenha um padrão rígido para me relacionar. A vida real não é um campeonato de físico”, conclui.
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