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A cantora falou sobre o luto, a responsabilidade de cuidar da filha e a necessidade de apoio para concluir a reforma da casa
Reprodução Instagram
Li Martins, cantora e ex-integrante do grupo Rouge, abriu o coração sobre o luto que enfrenta após a morte do marido, o modelo e apresentador JP Mantovani, em setembro deste ano. O acidente de moto que tirou a vida do parceiro deixou a artista abalada, mas ela afirmou que precisa se manter firme para cuidar da filha do casal, de 8 anos, e concluir a construção da casa que iniciou com JP.
Em entrevista ao podcast "Amor", de Mariana Kupfer, Li desabafou sobre o peso da rotina e a necessidade de apoio. "Se eu pudesse, eu queria estar trancada no meu quarto agora, mas eu tenho uma filha para criar, uma casa para terminar. E eu estou aqui também é para pedir ajuda. Uma das coisas que eu tenho aprendido nesse processo é ser humilde para pedir ajuda", disse, emocionada.
A cantora, de 41 anos, explicou que precisou interromper sua carreira e os shows para se dedicar à filha e à própria saúde, deixando projetos profissionais de lado. Além disso, revelou que busca parcerias para viabilizar a conclusão da obra de sua residência e também uma oportunidade de trabalho.
"Se tiver alguma empresa que tenham interesse de patrocinar esse reality que eu quero fazer da obra. Eu parei de cantar com os shows que eu fazia para estar presente na rotina da minha filha. Estou em busca de trabalho", declarou Li.
O acidente fatal ocorreu na madrugada do dia 21 de setembro de 2025, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, quando a motocicleta pilotada por JP Mantovani colidiu com um caminhão de limpeza. Ele tinha 46 anos na época da morte.
O casal havia adquirido uma casa antiga em São Paulo em agosto de 2024 e iniciado uma grande reforma em junho, que foi interrompida pela tragédia.
Ao relembrar o momento em que recebeu a notícia da morte do marido, Li descreveu a dor intensa e a sensação de incredulidade: "Foi muito difícil. O meu mundo caiu naquela hora. Eu perdi o chão. Ainda hoje me pego, em muitos momentos, com essa sensação de que eu ainda não assimilei. Parece que a ficha não caiu. Eu me pego muitas vezes só deixando fluir, tentando sobreviver".
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