Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
História da ex-detenta voltou aos holofotes após o lançamento da série 'Tremembé: A Prisão dos Famosos'
Reprodução/Instagram
Elize Matsunaga voltou ao centro das atenções com a estreia da série "Tremembé", da Prime Video, que retrata a rotina de detentos na penitenciária paulista conhecida como “prisão dos famosos”.
Condenada a quase 20 anos por matar e esquartejar o marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, Elize não saiu do casamento sem recursos: segundo o jornalista Ulisses Campbell, ela ficou com R$ 900 mil em bens após o crime.
A informação foi revelada durante entrevista ao Universa. Autor das obras "Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido" e "Suzane: Assassina e Manipuladora", Campbell esclareceu que o valor recebido pela ex-técnica em enfermagem não se trata de herança, mas de parte dos bens adquiridos legalmente durante a união com Marcos.
“Ela recebeu R$ 900 mil em bens do casal”, afirmou o jornalista, lembrando que o casal era casado em regime de comunhão parcial de bens — o que garantiu a Elize o direito à metade do patrimônio acumulado enquanto estavam juntos.
Além disso, Ulisses relatou que a filha do casal, atualmente com 15 anos, herdou o restante da fortuna do empresário. Um detalhe doloroso também veio à tona: a adolescente teria descoberto a verdade sobre o crime ainda na infância. “Ela descobriu aos sete que a mãe tinha matado o pai porque um coleguinha contou na escola. Começou a fazer terapia e soube tudo que tinha acontecido”, relatou o autor.
A produção da Prime Video é inspirada nos livros de Campbell e mergulha nas histórias de presas conhecidas nacionalmente, como Elize e Suzane von Richthofen, interpretada por Marina Ruy Barbosa. Misturando reconstituições, bastidores e depoimentos, a série busca mostrar a convivência e os bastidores dos crimes que chocaram o país.
Após cumprir dez anos de pena, Elize deixou a Penitenciária Feminina de Tremembé em 2022, ao progredir para o regime aberto. Desde então, passou a residir em Franca, no interior de São Paulo, onde vive sob restrições: não pode sair da cidade sem autorização judicial, deve manter endereço fixo e comprovar atividade profissional.
Nos primeiros meses em liberdade, trabalhou como motorista de aplicativo, mas abandonou a função após se tornar alvo de críticas públicas. Atualmente, ela se dedica à confecção de roupas e acessórios para pets, atividade com a qual tenta manter a rotina longe dos holofotes.
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