Influenciadora afirma viver em trisal com jogador do Atlético-MG e esposa
História da ex-detenta veio à tona após o lançamento da série 'Tremembé', na Prime Video
Reprodução/Netflix
Elize Matsunaga voltou ao centro das atenções com o lançamento da série "Tremembé", do Prime Video, que retrata histórias de detentos célebres do sistema carcerário brasileiro. A produção reacendeu o interesse público por um dos casos mais marcantes do país e colocou novamente o nome de Elize em pauta.
O burburinho aumentou ainda mais quando surgiram informações de que ela estaria vivendo atualmente em Franca, no interior de São Paulo, e trabalhando como motorista de aplicativo. Segundo o jornalista e biógrafo Ullisses Campbell, a ex-detenta aparece cadastrada na plataforma com o nome Elize Araújo Giacomini, mantendo uma avaliação positiva de 4,80 estrelas. A empresa confirmou a regularidade do registro, mas não comentou se ela segue ativa no serviço.
A notoriedade de Elize começou em 2012, após o assassinato e esquartejamento do marido, Marcos Matsunaga, herdeiro da marca Yoki. O crime teve repercussão nacional e a levou ao presídio de Tremembé, conhecido por abrigar detentas envolvidas em casos de grande repercussão. Em maio de 2022, completando dez anos do homicídio, Elize obteve progressão de pena e passou a cumprir o restante da sentença em regime aberto.
Desde então, sua vida tem sido envolta em mistério. Além das especulações sobre a atuação como motorista, relatos indicam que Elize teria trabalhado em uma obra civil e conhecido um pintor, com quem teria vivido um breve romance. Os dois teriam sido vistos juntos em bares da cidade, mas não há atualizações recentes sobre o paradeiro do casal ou a continuidade do relacionamento.
Apesar da liberdade, o capítulo mais sensível da história segue intocado: a relação com a filha. A menina, que estava no apartamento no momento do crime, tinha apenas 1 ano de idade quando o pai foi morto. Após a prisão de Elize, a criança passou a ser criada pelos avós paternos, Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, que assumiram a guarda legal.
Durante anos, a família poupou a neta dos detalhes do crime, mas, aos 9 anos, a verdade veio à tona. Desde então, o contato com a mãe foi completamente rompido. Os avós inclusive acionaram a Justiça para remover o nome de Elize da certidão de nascimento da criança. A jovem só poderá decidir sobre um possível reencontro com a mãe quando atingir a maioridade.
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