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Tiago Leifert faz apelo por diagnóstico precoce após câncer raro da filha

Apresentador e esposa falaram sobre o impacto de descobrir tardiamente o câncer ocular, já em estágio avançado

montagem de fotos reprodução Instagram
Com câncer raro na filha, Tiago Leifert alerta sobre importância do diagnóstico precoce
Redação Entretenimento clock 04/10/2025 07:00
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Tiago Leifert e Daiana Garbin abriram o coração ao relembrar os momentos difíceis enfrentados desde o diagnóstico de retinoblastoma da filha Lua, de apenas 3 anos. Em entrevista recente à "Quem", o casal falou sobre o impacto de descobrir tardiamente o câncer ocular, já em estágio avançado.

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Durante a conversa, os jornalistas foram sinceros ao reconhecer a falta de informação sobre a doença.
 
"Chegamos tarde ao diagnóstico e ao tratamento, o caso da Lua era bem avançado quando descobrimos. Nós não tínhamos a consciência de que existia o retinoblastoma e nem que todo bebê tem que ir ao oftalmo com 6 meses para uma consulta de rotina. Por isso criamos a campanha: para alertar outros pais", explicaram.
 

Tiago ainda destacou o quanto o tempo perdido entre os primeiros sinais e o diagnóstico definitivo custou caro.
 
"Entre os primeiros sintomas e a consulta que cravou o diagnóstico, nós perdemos bastante tempo. Por pura ignorância, mesmo. E quando eu falava que tinha algo errado, todo mundo me dizia que era normal, que ia passar ou que eu estava exagerando", desabafou o apresentador, visivelmente emocionado.

A gravidade de um diagnóstico tardio também foi abordada por especialistas. Em entrevista à "Caras", o oncologista Dr. Jorge Abissamra reforçou que quanto mais cedo o câncer for identificado, maiores são as chances de sucesso no tratamento e de preservar a qualidade de vida do paciente.

Segundo o médico, agir rapidamente pode fazer toda a diferença no desfecho clínico. "A detecção precoce é um dos pilares mais importantes no tratamento do câncer. Quando a doença é identificada em fases iniciais, as chances de cura aumentam significativamente, assim como a possibilidade de utilizar terapias menos agressivas", explicou.
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