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Bonner relata caos após canal pornô invadir monitor do Jornal Nacional

Âncora do 'JN' relembrou o dia em que um canal erótico apareceu em um dos monitores do telejornal.

Âncora do 'JN' relembrou o dia em que um canal erótico apareceu em um dos monitores do telejornal. Reprodução/Instagram
Bonner relata caos após canal pornô invadir monitor do Jornal Nacional
clock 30/07/2025 23:45
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Durante participação no vídeocast "O Futuro Já Começou", apresentado por Renata Capucci no "Fantástico"William Bonner revelou um episódio inusitado e desesperador vivido nos bastidores do "Jornal Nacional".

 

Em clima de comemoração pelos 100 anos do Grupo Globo, o jornalista relembrou o que descreveu como uma verdadeira história de "terror" nos estúdios da emissora.

 

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O caso ocorreu entre os anos 2000 e 2017, na antiga redação-cenário do "JN", no Rio de Janeiro. Tudo começou em uma tarde comum de trabalho, quando Bonner percebeu uma movimentação anormal entre os colegas de equipe.

 

“Era uma coisa completamente fora do normal, e a primeira coisa que você pensa com gritaria em um estúdio é fogo. Mas não tinha fogo e não tinha fumaça. Depois pensei que fosse um rato. E uma colega, Angela Garambone, viu minha expressão perdida e apontou para um móvel com as televisões que mostravam a concorrência e o sinal da Globo”, relatou.

 

 

Foi então que o âncora viu o que provocava tanto alvoroço: em um dos monitores, que deveria exibir o sinal da Globo nacional, apareciam cenas explícitas de sexo.

 

“Tinham pessoas fazendo sexo, mas muito explícito. Muitas pessoas fazendo muito sexo, muito explícito, no monitor de Rede. Fiquei em absoluto pânico. Pensei: ‘Tenho três filhos, e a Globo vai acabar. A concessão da Globo vai ser cassada agora’”, contou, ainda visivelmente impactado.

 

O clima de pânico tomou conta da redação. “Era uma porção de gente copulando e fazendo coisas muito estranhas. Algumas, inclusive, eu nem sabia que podiam ser feitas. E olha que eu já não era uma criança… E os gritos, e as risadas”, relembrou Bonner.

 

Pouco tempo depois, tudo foi esclarecido: um erro técnico havia feito com que o canal de conteúdo adulto SexHot, disponível na TV por assinatura, fosse exibido por engano nos monitores internos da redação. “Um colega canalizou o sinal do SexHot para o canal de rede da redação”, explicou Samuel Linhares, gerente da época.

 

O conteúdo, felizmente, não chegou a ser transmitido ao público. 

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