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Morte de Guilherme de Pádua fez Glória Perez voltar a sorrir; entenda

Guilherme assassinou brutalmente Daniella Perez, filha da autora; eles atuavam juntos na novela 'De Corpo e Alma'

Guilherme assassinou brutalmente Daniella Perez, filha da autora; eles atuavam juntos na novela 'De Corpo e Alma' Reprodução/Instagram
Morte de Guilherme de Pádua fez Glória Perez voltar a sorrir; entenda
clock 17/07/2025 20:52
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O ator Raul Gazolla falou abertamente sobre um dos momentos mais marcantes e dolorosos de sua vida: a morte da atriz Daniella Perez, com quem era casado. Em entrevista à revista Veja, ele relembrou o assassinato brutal da artista em 1992, cometido por Guilherme de Pádua — colega de elenco de Daniella na época — e comentou as reações após a morte do autor do crime, que faleceu em novembro de 2022, vítima de um infarto.

 

 

Sem esconder seus sentimentos, Gazolla revelou que recebeu a notícia da morte de Guilherme de Pádua com alívio.

 

“Eu agradeci ao universo e disse: ‘poxa, o mundo respira melhor hoje’. Partiu alguém que nem deveria ter nascido”, declarou. Ele também se posicionou a favor de medidas mais severas no sistema penal, defendendo a prisão perpétua ou até mesmo a pena de morte.

 

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Ainda durante a conversa, o ator destacou uma mudança perceptível em Glória Perez, mãe de Daniella e autora de novelas de sucesso como "O Clone" e "Travessia". Segundo ele, a morte do ex-ator trouxe um novo respiro à autora, que voltou a demonstrar traços de felicidade após mais de três décadas de luto.

 

“Só agora, depois de 32 anos, que vi a Glória [Perez] sorrir. Veja a dor que a gente carrega. O pai da Dani não conseguiu carregar essa dor, sucumbiu e morreu de tristeza”, disse Raul, relembrando o falecimento de Luiz Carlos Saupiquet Perez, pai de Daniella, ocorrido dois anos após o crime, em decorrência de leucemia.

 

Ao refletir sobre a dor da perda, Gazolla completou: “Acho que se perdesse uma filha talvez não morresse, porque tenho outras duas e teria de ter forças suficientes para segurar a onda. Mas não consigo imaginar. Um pai não pode perder uma filha, uma mãe não pode perder um filho”.

 

Guilherme de Pádua, que assumiu a autoria do crime na época, morreu em Belo Horizonte e atuava como pastor na Igreja Batista da Lagoinha desde 2017. 

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