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Atriz relembra personagens ousadas e critica moral conservadora: "Sexo também é mistério"
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Andrea Beltrão não economizou nas palavras ao falar sobre o conservadorismo que, segundo ela, tomou conta do Brasil quando o assunto é sexo. Durante participação no programa Roda Viva, exibido na TV Cultura, a atriz criticou a forma como o país regrediu na liberdade sexual e lembrou papéis ousados que interpretou no auge da televisão aberta.
Foi relembrando a icônica Zelda Scott, de “Armação Ilimitada", que Andrea puxou o fio da discussão. A personagem, que se relacionava com dois homens ao mesmo tempo, foi um marco nos anos 1980.
“Eu casava com três, vestida de noiva. Um aqui e dois ali. Saía do quarto de um e ia para o outro, e ninguém nunca reclamou”, contou, sobre outra novela em que atuou. “Hoje em dia, o Brasil está demais de careta. Você tem que explicar como transa, com quem transa, se gosta ou não. Pelo amor de Deus! Sexo é mistério também.”
Andrea também destacou o papel de Rebeca em “Um Lugar ao Sol" (2021), que abordava temas como masturbação feminina e consciência corporal.
“As falas da Lícia Manzo eram um presente. Tive muito prazer em fazer. E, sim, em me masturbar cercada de homens num estúdio, foi maravilhoso”, brincou a atriz, arrancando risos dos presentes. Para ela, os costumes atuais estão engessados demais. “Tá tudo velho. A gente perdeu muito”, finalizou.
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