Criadora de conteúdo adulto busca marido conservador e vida tradicional
Descubra quando o uso de óleo na raiz pode ajudar os fios e por que a técnica não é indicada para todo tipo de cabelo
Unsplash O cuidado com o cabelo vai muito além da escolha do shampoo. Embora o condicionador seja considerado um aliado importante para manter os fios macios, desembaraçados e protegidos contra a quebra, outro hábito ganhou espaço na rotina de beleza: aplicar óleo diretamente no couro cabeludo.
A técnica, conhecida como hair oiling, pode ser interessante para alguns tipos de cabelo, principalmente os mais secos, grossos, cacheados e crespos. Porém, isso não significa que o óleo na raiz seja indicado para todas as pessoas — e, em alguns casos, a prática pode até agravar problemas no couro cabeludo.
Leia também
O shampoo ajuda a remover oleosidade, resíduos e impurezas, mas também pode deixar a superfície dos fios mais áspera. É justamente nesse momento que o condicionador entra em cena.
O produto ajuda a diminuir o atrito entre os fios, facilita o desembaraço e melhora a maleabilidade do cabelo, reduzindo as chances de quebra durante a escovação.
A maneira de aplicar também pode variar conforme a textura. Cabelos finos e lisos costumam se beneficiar da aplicação no comprimento e nas pontas. Já fios secos, cacheados ou crespos podem receber o produto em uma área maior.
Apesar da popularidade da técnica, não há garantia de que aplicar óleo diretamente no couro cabeludo faça o cabelo crescer mais rápido ou deixe os fios mais fortes.
O principal efeito dos óleos está relacionado à lubrificação, ao combate ao ressecamento e à melhora temporária da textura dos cabelos. Por isso, o método pode funcionar melhor para quem apresenta fios naturalmente secos.
Já quem tem cabelo fino e liso pode perceber o efeito contrário, com aspecto pesado e aumento da oleosidade.
Esse é um dos principais pontos de atenção. Pessoas que apresentam caspa, couro cabeludo oleoso ou tendência à dermatite seborreica devem ter mais cuidado antes de adotar o hair oiling.
A aplicação de produtos oleosos na raiz pode favorecer o aumento da oleosidade e da descamação em algumas pessoas. Coceira persistente, placas avermelhadas ou oleosas, espinhas próximas à linha do cabelo e aumento rápido da oleosidade são sinais para ficar atento.
Para quem quer testar a técnica, uma alternativa mais cautelosa é começar com poucas gotas no comprimento e nas pontas, especialmente quando os fios estão secos, quebradiços ou com frizz. O óleo de argan, por exemplo, pode ajudar no acabamento e a reduzir a sensação de ressecamento.
Se a aplicação for feita no couro cabeludo, é importante evitar excessos e observar como a pele reage. Ardência, coceira, aumento da descamação ou aparecimento de lesões indicam que o uso deve ser interrompido.
Apesar da fama do hair oiling, o óleo na raiz não é uma etapa obrigatória para conquistar um cabelo saudável. Em muitos casos, manter o couro cabeludo limpo, escolher produtos adequados ao tipo de fio e usar condicionador corretamente já oferece uma rotina de cuidados mais eficiente.
Dólar sobe, de olho nos preços do petróleo e pesquisas eleitorais
Split Studio responde à reportagem do Drops de Jogos sobre Proac do governo Tarcísio
BH recebe festival de torresmo com opções a partir de R$ 16 no Mercado de Origem
Dólar opera em alta