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O parlamentar questionou o interesse da audiência e a rentabilidade em torno de figuras condenadas, apontando uma distorção nos valores da sociedade: "Inversão perversa"
Reprodução/Instagram Mario Frias usou o X, antigo Twitter, para comentar uma nota da revista "Veja" acerca do rendimento financeiro de Suzane von Richthofen. Na postagem, ele afirma que o Brasil "flerta perigosamente com o abismo moral" ao transformar delinquentes em celebridades. O interesse legítimo teria dado lugar a um "fascínio mórbido por histórias de violência" vendidas como entretenimento.
O texto destaca uma linha apagada entre justiça e espetáculo. "O criminoso deixa de ser lembrado pelo horror de seus atos e passa a ser visto como protagonista de uma narrativa lucrativa, quase admirável", escreveu. Para Frias, o material que antes causava repulsa agora é distribuído como produto, ignorando o respeito devido às vítimas.
Suzane foi condenada pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002, e hoje cumpre pena em regime aberto. O caso volta aos holofotes com a série "Tremembé", produção do Prime Video sobre o cotidiano na penitenciária paulista, que vem ganhando repercussão na plataforma. O projeto integra uma tendência de obras de "true crime" que mobilizaram a opinião pública.
O Brasil parece flertar perigosamente com o abismo moral quando transforma criminosos em celebridades. O caso de Suzane von Richthofen escancara uma distorção profunda: não basta que um crime brutal tenha chocado o país, ele precisa agora ser revisitado, explorado, embalado e%u2026 pic.twitter.com/nMUuAaTycf
%u2014 MarioFrias (@mfriasoficial) April 10, 2026
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