Karol Rosalin, que estreou como madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé no Carnaval de São Paulo em 2026, não desfilará pela escola em 2027. A influenciadora atribui a decisão à pressão estética e ao desgaste com os bastidores da festa.




 

“Foi minha primeira experiência à frente de uma bateria e eu me entreguei muito. Mas percebi que, por mais que me preparasse, sempre parecia existir alguma coisa no meu corpo que precisava melhorar”, afirma.

 

Durante a preparação para estrear como madrinha de bateria, Karol chamou a atenção ao revelar uma rotina que incluiu o chamado “treino militar” e o consumo de 500 ovos em cerca de 20 dias. A influenciadora também defendeu a construção de um corpo definido sem o uso de substâncias para ganho de massa muscular e mostrou a horta orgânica que cultiva em casa.

 

Apesar da dedicação aos treinos, à alimentação e às aulas de samba, ela afirma que a cobrança com a aparência ultrapassou o que já conhecia nas redes sociais.




 

“Eu sabia que precisaria de fôlego, resistência e dedicação. O que me surpreendeu foi perceber quanto o corpo entra na avaliação o tempo inteiro. Você se dedica ao samba, mas a conversa volta para o tamanho do bumbum, para a definição e para aquilo que deveria mudar”, conta.

 

A decisão de não voltar à avenida também passa pela dificuldade de lidar com comparações e egos nos bastidores. Para Karol, dividir espaços de destaque com outras mulheres trouxe desafios que foram além dos ensaios.

 

“Lidar com os egos também pesa. Para mim, o ambiente fica tóxico quando a comparação ocupa mais espaço do que a experiência. Eu gosto de cuidar do meu corpo, mas não quero transformar isso em uma competição com outras mulheres nem viver tentando corresponder ao que esperam de uma madrinha”, declara.




 

Conhecida como a “mulher fitness perfeita”, título atribuído pela Playboy Austrália em 2024 a partir de uma avaliação por inteligência artificial, Karol já havia contado que cogitou uma harmonização nos glúteos antes da estreia, mas desistiu. Em dezembro de 2025, ela relacionou a intenção de fazer o procedimento à pressão estética da festa.

 

“Eu pensei em fazer, sim. Ia fazer por pressão do Carnaval, por ver todo mundo mudando o corpo em cima da hora”, declarou à época.  

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