Uma operação da Polícia Civil terminou com 13 pessoas presas em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Os agentes investigavam uma fábrica clandestina que, segundo as autoridades, estaria envolvida na produção e distribuição de itens falsificados da WePink, empresa que tem Virginia e Samara Pink como sócias.
O imóvel, situado no bairro Chácara Cuiabá, chamou a atenção pela estrutura montada para reproduzir os produtos da marca. Durante a ação, os policiais apreenderam máquinas, matérias-primas, embalagens, rótulos, etiquetas e recipientes semelhantes aos utilizados oficialmente pela WePink.
De acordo com as investigações, a comercialização dos produtos acontecia principalmente pelas redes sociais e também na chamada Feira da Madrugada, no Brás, região central da capital paulista. A suspeita é de que a estrutura abastecesse diferentes pontos de venda com mercadorias que imitavam os itens originais da empresa.
A ocorrência também envolve suspeitos que já tinham sido detidos em junho, durante uma operação contra outra fábrica clandestina que produzia falsificações da WePink. Naquele momento, os investigados conseguiram autorização para responder ao processo em liberdade.
Agora, após a nova ação policial, a corporação informou que pretende pedir à Justiça a conversão das prisões em preventivas. O argumento é de que os suspeitos poderiam voltar a atuar na produção e comercialização dos produtos falsificados caso permaneçam em liberdade.