Com a estreia de "Elize: Sombras de Uma Mulher" na Netflix, o caso que chocou o Brasil em 2012 voltou a despertar o interesse do público. Além dos detalhes do crime, muitos internautas passaram a se perguntar qual foi o destino de Helena, filha de Elize Matsunaga e Marcos Kitano Matsunaga.
Hoje com 16 anos, a adolescente leva uma vida longe dos holofotes. Desde a prisão de Elize, ela é criada pelos avós paternos, Mitsuo e Misako Matsunaga, que permaneceram com sua guarda após decisão judicial.
Filha de Elize Matsunaga vive com os avós paternos
Desde que a mãe foi presa, Helena passou a ser criada pela família de Marcos Matsunaga. Conforme informações divulgadas pelo Metrópoles, a guarda da adolescente continua com os avós paternos e Elize permanece impedida pela Justiça de manter contato ou realizar visitas à filha.
A identidade e a rotina da jovem são preservadas, e ela não possui vida pública conhecida. Em entrevistas anteriores, Mitsuo Matsunaga afirmou que acredita que uma eventual reaproximação entre mãe e filha deve ser uma escolha da própria Helena quando atingir a maioridade.
Elize escreveu cartas para a filha durante o período na prisão
Mesmo sem contato com Helena, Elize Matsunaga relatou em diferentes momentos o desejo de reconstruir o vínculo com a filha. No livro "Piquenique no Inferno", escrito durante o período em que esteve presa, a ex-detenta dedicou cartas à adolescente.
Em um dos trechos, ela escreveu:
"Espero muito ansiosamente que um dia você me perdoe. Não pretendo justificar o injustificável."
Em outra passagem da obra, Elize reforça o desejo de manter viva a esperança de reencontrar a filha.
"Não há a menor possibilidade de desistir de lutar por ti, minha filha."
Helena teria demonstrado vontade de rever a mãe
De acordo com informações atribuídas ao jornalista Ullisses Campbell, autor do livro "Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido", Helena teria manifestado, aos 14 anos, o desejo de reencontrar a mãe biológica.
Apesar disso, a reaproximação não aconteceu, e a decisão judicial que impede o contato entre as duas continua em vigor. Enquanto isso, a adolescente segue vivendo sob os cuidados da família paterna, com a privacidade preservada e distante da exposição pública.