Aos 33 anos, a atriz Camila Queiroz celebra o primeiro Dia das Mães com a chegada de Clara, sua filha com o ator Klebber Toledo. Em entrevista à Marie Claire, ela abre o coração sobre a maternidade, o reencontro consigo mesma e a transformação que vem vivendo desde o nascimento da bebê, agora apresentada ao público pela primeira vez.




 

Reconhecida por uma trajetória construída entre moda, televisão e streaming, Camila atravessou diferentes fases profissionais até consolidar uma carreira versátil. Da descoberta internacional como modelo à ascensão como protagonista em novelas e produções digitais, ela chega a este momento escolhendo uma pausa consciente para viver um novo capítulo da vida pessoal, sem abandonar completamente os projetos artísticos.

 

Clara nasceu em 12 de dezembro de 2025, em um parto rápido, e desde então Camila optou por se afastar das redes sociais para viver a maternidade de forma integral. A apresentação da filha aconteceu nesta reportagem, em um gesto pensado e afetivo: "Queria uma forma bonita e respeitosa de apresentar a Clara. Ela é a cara do pai, com o narizinho da mamãe."

 

Sobre os primeiros meses, ela reforça: "Eu me preparei muito para isso. Consegui ter esses primeiros meses para estar só com a Clara, presente em todos os dias da vidinha dela."




 

 

 

A atriz também fala sobre o impacto emocional da chegada da filha e a parceria com Klebber Toledo na criação: "É muito maior do que eu imaginava. Não dava para saber o que viria pela frente até essa nenê nascer e eu olhar para ela."

 

Sobre o companheiro, com quem está desde 2018, ela destaca a divisão de responsabilidades: "Casei com esse homem, quis ter filho com esse homem, porque eu já sabia quem ele era. E é tão importante escolher a pessoa que vai dividir essa tarefa com você, porque não é fácil". E completa de forma direta: "É o papel de pai."

 

Ela também reconhece que essa dinâmica ainda não é a realidade de muitas mulheres. Ao refletir sobre o pós-parto, Camila evita criar padrões e fala a partir da própria experiência: "Estou falando do alto do meu privilégio de uma modelo que sempre foi magra, algo que vem da minha genética."




 

E questiona a pressão sobre o corpo feminino: "Demoramos dez meses para formar um bebê. Por que temos que voltar ao que éramos antes em dois meses?"

 

Criada no interior de Ribeirão Preto, ela relembra a origem simples e o apoio familiar que a levou ao mundo. Hoje, entre pausas e retomadas de trabalho, vive um processo de redescoberta pessoal: "Hoje eu só sou a mãe da Clara. Ainda estou voltando a ser a Camila."

 

Em um dos momentos mais simbólicos dessa transição, lembra do impacto de se reencontrar no espelho após o parto: "Você está aí, né? Você existe."

 

E, ao imaginar como se apresentaria à filha no futuro, resume sua própria jornada: "Acho que era uma pessoa que se preparava para conhecê-la, para reencontrá-la, porque sempre foi a Clara."

Tags:
compartilhe