Durante três anos, entre 2003 e 2006, um personagem dominou a rotina dos adolescentes que acompanhavam as histórias ambientadas no tradicional colégio Múltipla Escolha, de "Malhação". Com jeito provocador, aparência de galã e presença constante nas tramas, ele se transformou em símbolo de uma geração.




 

Duas décadas depois da estreia daquele período marcante da mini novela, a pergunta segue recorrente entre os fãs: qual foi o destino do ator que interpretou um dos jovens mais populares da teledramaturgia nacional?

 

 

Alexandre Slaviero, o artista que celebrou 42 anos em dezembro do ano passado, deixou para trás a rotina intensa dos Estúdios Globo e construiu um novo capítulo profissional longe dos holofotes diários da televisão.

 

Conhecido por viver Kiko no folhetim, ele atravessa uma fase de transformação, apostando em áreas que dialogam com inovação e formação de talentos.

 

Sem atuar em produções televisivas há cerca de cinco anos, sendo seu último trabalho "Gênesis" (2021), exibida pela Record, Slaviero voltou sua atenção ao universo digital.




 

À frente de um projeto próprio, ele prepara o lançamento de um aplicativo voltado à interpretação vocal. A proposta é oferecer uma espécie de estúdio portátil, permitindo que atores, dubladores, locutores e estudantes gravem, aprimorem e compartilhem seus trabalhos com qualidade técnica.

 

Paralelamente à empreitada tecnológica, o ator também tem se dedicado à realização de workshops especializados em audiovisual. Nos encontros, compartilha técnicas, exercícios práticos e experiências acumuladas ao longo de anos de atuação, contribuindo para a formação de novos profissionais interessados em seguir carreira diante — ou por trás — das câmeras.

 

Na vida pessoal, o momento também é de estabilidade. Ele se prepara para oficializar a união com a médica Schaola Bárbara Duarte, com quem mantém um relacionamento há cerca de dois anos, celebrando uma fase marcada por equilíbrio entre projetos profissionais e planos afetivos. 

 

 

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