Aos 56 anos, Drica Moraes abriu o coração em entrevista à jornalista Heloisa Tolipan ao falar sobre sexualidadematuridade e etarismo no meio artístico.




 

A atriz contou como redescobriu o prazer após enfrentar um duro tratamento contra a leucemia, que incluiu um transplante de medula óssea há 15 anos atrás. 

 

 

“É um privilégio conhecer o próprio corpo, saber onde e como é gostoso. É como se tivesse resetado. Sinto muito tesão, muito prazer com meus parceiros”, revelou.

 

 

 

Segundo Drica, a maturidade trouxe mais segurança e liberdade sexual. “Quando a gente é jovem, se acha feia, se critica, sofre para transar. Na maturidade, você surfa mais”, disse, citando Zezé Motta: “Nunca estou só”.




 

 

A atriz também criticou o etarismo presente nas produções audiovisuais brasileiras.

 

“Ainda soa como cota. Vejo poucos atores com mais de 70 com narrativas contundentes. É como se fosse para inglês ver. A gente precisa de histórias reais, potentes. Tem muita vida depois da vida que a gente achava que era a melhor parte da vida”, refletiu.

 

 

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