O rapper e empresário musical Sean "Diddy" Combs, de 55 anos, foi absolvido das acusações mais graves que enfrentava, incluindo tráfico sexual e conspiração para extorsão. No entanto, foi condenado por transporte com fins de prostituição. O veredicto foi anunciado na manhã desta quarta-feira (2), em um tribunal federal de Nova York, nos Estados Unidos.




Após sete semanas de julgamento e mais de dois dias de deliberações, o júri informou sua decisão ao juiz Arun Subramanian, de acordo com a agência AFP. A absolvição nas principais acusações foi considerada uma vitória parcial para a defesa do artista, que enfrentava intensa pressão pública e judicial desde o fim de 2024.
 

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Na véspera da decisão, P. Diddy já havia fechado um acordo judicial em relação a quatro das cinco acusações iniciais - duas por tráfico sexual e duas por transporte com fins sexuais. Com isso, restava apenas o veredito sobre o crime de associação ilícita, apontado como o mais controverso do processo, mas que também acabou sendo rejeitado pelo júri.

As acusações contra P. Diddy

Desde o final do ano passado, Diddy vinha sendo investigado por uma série de crimes federais, incluindo tráfico sexual, coação, distribuição de entorpecentes e porte ilegal de armas de fogo. As investigações, que mobilizaram autoridades federais e impactaram diretamente sua carreira, envolviam supostos abusos ocorridos ao longo de anos em festas privadas e viagens organizadas por ele e sua equipe.

Apesar da absolvição nas acusações mais pesadas, a condenação por transporte com fins de prostituição mantém Diddy sob os olhos da Justiça, podendo acarretar penas adicionais, inclusive financeiras e restritivas, a depender da sentença que será estabelecida.
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