Botão “impulsionar” e posts feitos por IA: por que esses atalhos raramente viram venda

Para Rafael Viana, da NEXTWEB Company, investir em redes sociais sem método gera gasto e pouco retorno

Apertar o botão de impulsionar no Instagram parece uma solução rápida para quem quer vender mais. Publicar textos e imagens prontos, gerados por inteligência artificial, também. Para Rafael Viana, CEO e fundador da NEXTWEB Company (nextwebcompany.com), esses atalhos costumam virar dinheiro jogado fora quando não fazem parte de um plano.

Com mais de 10 anos de experiência em marketing e vendas, Viana conhece bem esse percurso. Segundo ele, o empresário quase sempre chega a esses atalhos depois de outras tentativas frustradas.

Como o empresário chega até aqui

O ponto de partida costuma ser a dependência de indicações. Elas são boas, mas ninguém sabe quando a próxima vai aparecer. Quando o movimento cai, o caixa sente.

O passo seguinte, muitas vezes, é contratar uma agência tradicional. Em muitos casos, o empresário recebe relatórios com gráficos bonitos e posts, mas não vê vendas no fim do mês. Aí vem a ideia de resolver sozinho: impulsionar publicações ou postar conteúdo genérico feito por IA, que ninguém lê nem compra.

“Ficar sentado esperando uma indicação cair do céu ou torrar dinheiro no botão ‘impulsionar’ sem método produz apenas ansiedade e caixa instável. Uma empresa sólida precisa de uma máquina própria de aquisição de clientes, onde atração qualificada, equipe comercial treinada e velocidade de resposta trabalham em sintonia todos os meses”, diz Viana.

O que falta nesses atalhos

Na visão da NEXTWEB, o problema não está na rede social em si, mas na falta de conexão entre a divulgação e a venda. Um anúncio solto pode até atrair cliques. Sem uma equipe preparada para atender rápido e conduzir a negociação, esses cliques não viram contrato.

Para a empresa, ações isoladas acabam escondendo os gargalos da operação, em vez de resolvê-los.

Um caminho em quatro etapas

A proposta da NEXTWEB é o Método MOVA, que organiza o processo em quatro fases contínuas:

Marca: fazer a empresa ser lembrada quando alguém pesquisa pelo que ela oferece.

Oportunidades: atrair quem já precisa do produto e tem pressa para comprar.

Vendas: treinar o time e responder rápido ao primeiro contato.

Aceleração: acompanhar os números reais e ajustar o que não está funcionando.

A empresa afirma ter usado o método em operações no Brasil e no exterior.

Então, vale impulsionar?

Pela lógica defendida por Viana, impulsionar sozinho não resolve. O investimento só tende a dar retorno quando a divulgação faz parte de um sistema em que atrair, atender e vender andam juntos, todos os meses. Quem quiser avaliar a própria situação pode pedir um diagnóstico comercial gratuito no site da empresa.