Nova expansão do clássico Diablo foca em aprimorar a experiência do jogador

O resultado: a expansão é um ótimo exemplo de como se fazer um conteúdo adicional, com melhorias no design, na mecânica, nos efeitos especiais e na trilha sonora

por Correio Braziliense 15/04/2014 20:18

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(foto: Divulgação)
"Diablo foi derrotado. Por um tempo, parecia que teríamos paz, mas não foi o que aconteceu. Pois a essência ainda jaz na pedra negra das almas. Não posso destruir a pedra, tampouco permitir que esse mal permaneça no paraíso. Assim sendo, é preciso ocultá-lo — até dos anjos. Eu rezo para que isso seja suficiente." Essas são as primeiras palavras ditas por Tyrael, o anjo esquecido, logo no início da expansão de Diablo III: reaper of souls. O discurso lírico e o objetivo do arcanjo dão uma boa introdução ao jogador. A reza "para que seja suficiente", porém, é descartável, pois o game traz mais do que o suficiente. E não há nada de errado nisso.

Após o fim da história da versão-base — lançada em maio de 2012 —, o reino do Santuário ficou livre dos demônios que ameaçavam a paz local. Porém, quando o anjo silencioso Mathael (representação do ceifador da morte no universo da franquia) pôs as mãos na pedra negra das almas, a morte voltou a ser viva — por mais paradoxal que soe. E, novamente, agora cabe aos nefalem (mistura entre anjo e demônio e, no caso, o personagem principal) salvar a todos.

Bonificação

A mecânica de Diablo, desde os primeiros games da série, sempre foi marcada por ser o melhor exemplo de como se fazer um dungeon crawler perfeito. Esse subgênero do RPG apresenta conceitos cíclicos essenciais para ser diferenciado dos outros, como progressão e bonificação de acordo com o esforço do jogador em derrotar inimigos. Não à toa esse tipo de jogo reúne fãs que acumulam centenas de horas de partidas — em que tentam cada vez mais se superar e coletar os melhores equipamentos. Diablo III já mostrava isso muito bem, mas com a expansão, a pureza e a excelência da jogabilidade se tornaram ainda mais claras.

Todas as novidades em Repaer of souls — que traz um novo ato para o jogo, antes com quatro — deixaram a experiência de se jogar o famoso point and click isométrico ainda mais gratificante. Agora, por exemplo, a dificuldade dos monstros aumenta conforme você avança de nível. Na mesma proporção, a chance de encontrar itens mágicos também foi aumentada. Um cascudo na cabeça do jogador e depois um cafuné. Quanto mais se peleja para derrotar um inimigo e maior fora dificuldade, as chances de se dar bem aumentam.

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