Monobloco arrasta 100 mil pessoas e transforma entorno do Mineirão em apoteose

O grupo Monobloco pediu licença as agremiações da capital mineira, embalou os foliões na noite desta terça-feira de carnaval

Ramon Lisboa/EM/D.A.Press
(foto: Ramon Lisboa/EM/D.A.Press)


Uma das apresentações mais esperadas pelo público de Belo Horizonte, arrastou aproximadamente 100 mil pessoas na Esplanada do Mineirão. O grupo Monobloco pediu licença as agremiações da capital mineira, embalou os foliões na noite desta terça-feira de carnaval. A bateria foi formada em oficinas realizadas no barracão do bloco Samba Queixinho.




O cortejo foi realizado no mesmo trio usado pelo Baianas Ozadas, com 6,2 metros de altura, 22 metros de comprimento e 100 mil watts - a maior estrutura de sonorização deste ano. Aproximadamente 60 ritmistas participaram de oficinas no barracão do Samba de Queixinho desde março do ano passado. Outros 30 ritmistas das baterias do Rio de Janeiro, onde o Monobloco surgiu, e São Paulo, onde desenvolve projeto semelhante.

fundador do Queixinho, Gustavo Caetano, disse que a ideia de convidar o Monobloco surgiu porque ambos tem padrinho musical em comum, o Mestre Odilon Costa."A maioria não sabia tocar. Se inscreveram e iniciaram as oficinas de musicalização todas as quintas-feiras". A turma dos primeiros "batuqueiros"não deixou nada a desejar na apresentação de estreia, apresentando em ritmo carnavalesco sambas, forro e marchinhas. No repertório, foram apresentadas músicas do Skank.

Como foi visto no cortejo de outros blocos, o trio e a bateria veio cercada por uma corda. Em um momento do trajeto, houve confusão entre os foliões, mas a briga não prosseguiu. Foram cerca de duas horas e meia de apresentação no entorno do Mineirão.

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