{"id":38379,"date":"2025-07-24T13:40:00","date_gmt":"2025-07-24T16:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/?p=38379"},"modified":"2025-07-22T15:10:43","modified_gmt":"2025-07-22T18:10:43","slug":"eles-resistiram-ao-apocalipse-dos-dinossauros-e-ainda-vivem-entre-nos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2025\/07\/24\/eles-resistiram-ao-apocalipse-dos-dinossauros-e-ainda-vivem-entre-nos\/","title":{"rendered":"Eles resistiram ao apocalipse dos dinossauros e ainda vivem entre n\u00f3s"},"content":{"rendered":"\n<p>Por volta de\u00a0<strong>66 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s<\/strong>, um evento de propor\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas marcou o fim do reinado dos dinossauros. Um asteroide colidiu com a <a href=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2025\/07\/16\/novo-estudo-revela-que-a-vida-na-terra-e-controlada-por-um-relogio-oculto-de-60-milhoes-de-anos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Terra<\/a> na regi\u00e3o que hoje corresponde \u00e0\u00a0<strong>Pen\u00ednsula de Yucat\u00e1n<\/strong>, no\u00a0<strong>M\u00e9xico<\/strong>. Esse impacto resultou em uma extin\u00e7\u00e3o em massa, eliminando aproximadamente 75% de todas as esp\u00e9cies vivas naquele per\u00edodo. No entanto, <a href=\"https:\/\/royalsocietypublishing.org\/doi\/10.1098\/rsbl.2025.0157\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudos<\/a> recentes apontam que, mesmo sob condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o adversas, pequenos representantes do grupo de lagartos noturnos conseguiram sobreviver ao desastre e permanecem habitando \u00e1reas pr\u00f3ximas ao local da colis\u00e3o at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Os chamados lagartos noturnos, pertencentes \u00e0 fam\u00edlia&nbsp;<strong>Xantusiidae<\/strong>, s\u00e3o pequenos r\u00e9pteis que vivem escondidos em microhabitats como fendas rochosas, troncos e vegeta\u00e7\u00e3o densa, geralmente evitando a luz intensa. An\u00e1lises evolutivas recentes indicam que esses animais j\u00e1 estavam presentes na regi\u00e3o do&nbsp;<strong>Golfo do M\u00e9xico<\/strong>&nbsp;antes e ap\u00f3s a queda do asteroide.&nbsp;<strong>Essa perman\u00eancia faz dos lagartos noturnos o \u00fanico grupo conhecido de vertebrados terrestres que sobreviveu pr\u00f3ximo ao epicentro do impacto e continua habitando o mesmo territ\u00f3rio milh\u00f5es de anos depois.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os lagartos noturnos resistiram \u00e0 extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A resist\u00eancia dos lagartos noturnos \u00e0 extin\u00e7\u00e3o da era\u00a0Cret\u00e1cea\u00a0tem intrigado cientistas.<\/strong>\u00a0Evid\u00eancias sugerem que caracter\u00edsticas fisiol\u00f3gicas espec\u00edficas podem ter sido determinantes para sua sobreviv\u00eancia. Esses r\u00e9pteis apresentam metabolismo lento, reduzindo a necessidade de alimenta\u00e7\u00e3o em per\u00edodos cr\u00edticos, quando recursos naturais eram escassos devido ao impacto e suas consequ\u00eancias. Al\u00e9m disso, seus h\u00e1bitos discretos e abrigos em ambientes protegidos colaboraram para amenizar os efeitos diretos do desastre ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator importante citado por pesquisadores \u00e9 a diversidade de microhabitats utilizados pelos lagartos. Ao se refugiar sob troncos, entre rochas ou sob a vegeta\u00e7\u00e3o, esses animais conservaram um n\u00edvel de prote\u00e7\u00e3o superior ao de outras esp\u00e9cies expostas.&nbsp;<strong>A especializa\u00e7\u00e3o em ambientes restritos permitiu que esses r\u00e9pteis mantivessem popula\u00e7\u00f5es vi\u00e1veis mesmo diante de mudan\u00e7as dr\u00e1sticas no clima e no ecossistema.<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795-1024x576.jpg\" alt=\"Eles resistiram ao apocalipse dos dinossauros e ainda vivem entre n\u00f3s\" class=\"wp-image-38424\" srcset=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795-1140x642.jpg 1140w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/lagarto-norturno_1753206678795.jpg 1279w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Coexist\u00eancia com dinossauros e sobreviv\u00eancia \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do Cret\u00e1ceo &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ lucidwaters<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que revelou a pesquisa sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos lagartos noturnos?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Utilizando m\u00e9todos de an\u00e1lise molecular, cientistas conseguiram reconstruir a linhagem evolutiva dos lagartos noturnos.<\/strong>&nbsp;O estudo apontou que o ancestral comum dos atuais g\u00eaneros desse grupo (<strong>Lepidophyma<\/strong>,&nbsp;<strong>Xantusia<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Cricosaura<\/strong>) emergiu h\u00e1 cerca de&nbsp;<strong>90 milh\u00f5es de anos<\/strong>, ainda durante o per\u00edodo Cret\u00e1ceo.&nbsp;<strong>Isso significa que esses animais n\u00e3o apenas coexistiram com dinossauros, mas tamb\u00e9m atravessaram a violenta transi\u00e7\u00e3o para o per\u00edodo&nbsp;Paleogeno&nbsp;preservando, inclusive, parte de sua distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica original.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>G\u00eanero Lepidophyma:<\/strong>\u00a0presente da\u00a0<strong>Am\u00e9rica Central<\/strong>\u00a0ao norte do\u00a0<strong>M\u00e9xico<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>G\u00eanero Xantusia:<\/strong>\u00a0distribu\u00eddo entre o sudoeste dos\u00a0<strong>Estados Unidos<\/strong>\u00a0e M\u00e9xico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>G\u00eanero Cricosaura:<\/strong>\u00a0exclusivo de\u00a0<strong>Cuba<\/strong>, representado por uma \u00fanica esp\u00e9cie.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esses dados demonstram que, embora outros r\u00e9pteis e tartarugas tenham sobrevivido ao evento de extin\u00e7\u00e3o,&nbsp;<strong>apenas os lagartos noturnos mantiveram sua posi\u00e7\u00e3o como grupo end\u00eamico das&nbsp;Am\u00e9ricas Central&nbsp;e do&nbsp;Norte&nbsp;at\u00e9 os dias atuais.<\/strong>&nbsp;Diferente de outros animais que posteriormente desapareceram da regi\u00e3o, a linhagem dos xantus\u00eddeos permaneceu est\u00e1vel e adaptada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a import\u00e2ncia dos lagartos noturnos para a ci\u00eancia?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Descobrir como os lagartos noturnos atravessaram uma das maiores crises ambientais da hist\u00f3ria da&nbsp;Terra&nbsp;fornece subs\u00eddios valiosos para entender os mecanismos de sobreviv\u00eancia diante de grandes perturba\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas.<\/strong>&nbsp;O estudo deles pode contribuir para perspectivas de conserva\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que algumas de suas estrat\u00e9gias \u2014 como o uso de microhabitats e baixa demanda energ\u00e9tica \u2014 podem inspirar a\u00e7\u00f5es para a prote\u00e7\u00e3o de outras esp\u00e9cies amea\u00e7adas atualmente por mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e destrui\u00e7\u00e3o de habitats.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A persist\u00eancia dos lagartos noturnos demonstra que adapta\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, aliadas \u00e0 capacidade de ocupa\u00e7\u00e3o de nichos ecol\u00f3gicos pouco competitivos, podem ser fundamentais para a sobreviv\u00eancia a eventos extremos.<\/strong>&nbsp;O registro evolutivo dos xantus\u00eddeos refor\u00e7a a relev\u00e2ncia de investiga\u00e7\u00f5es sobre fauna remanescente em regi\u00f5es de grande impacto na hist\u00f3ria da Terra, ampliando o conhecimento sobre a resili\u00eancia da vida ao longo do tempo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por volta de\u00a066 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, um evento de propor\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas marcou o fim do reinado dos dinossauros. 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