{"id":118381,"date":"2026-03-24T13:15:00","date_gmt":"2026-03-24T16:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/?p=118381"},"modified":"2026-03-24T12:02:46","modified_gmt":"2026-03-24T15:02:46","slug":"por-que-as-decadas-de-1960-e-1970-produziram-adultos-altamente-resilientes-segundo-a-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2026\/03\/24\/por-que-as-decadas-de-1960-e-1970-produziram-adultos-altamente-resilientes-segundo-a-psicologia\/","title":{"rendered":"Por que as d\u00e9cadas de 1960 e 1970 produziram adultos altamente resilientes, segundo a psicologia"},"content":{"rendered":"\n<p>Pesquisas recentes na \u00e1rea da psicologia indicam que crian\u00e7as que cresceram nas d\u00e9cadas de 1960 e 1970 desenvolveram n\u00edveis de resili\u00eancia emocional superiores aos das gera\u00e7\u00f5es seguintes. O diferencial, segundo os estudos, n\u00e3o veio de uma educa\u00e7\u00e3o mais r\u00edgida ou de pais mais preparados, mas de algo inesperado: longas horas de inf\u00e2ncia sem supervis\u00e3o, nas quais os problemas precisavam ser enfrentados e resolvidos sem a interven\u00e7\u00e3o imediata de um adulto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que tornava a inf\u00e2ncia dos anos 60 e 70 t\u00e3o diferente da atual?<\/h2>\n\n\n\n<p>Antes da populariza\u00e7\u00e3o de celulares, internet e agendas infantis lotadas de atividades extracurriculares, crian\u00e7as passavam horas brincando na rua, subindo em \u00e1rvores, explorando o bairro e voltando para casa apenas quando escurecia. Essa liberdade, que hoje parece impens\u00e1vel para muitos pais, criava um ambiente onde a autonomia era exercitada diariamente de forma natural e espont\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem acesso a entretenimento instant\u00e2neo, essas crian\u00e7as precisavam criar suas pr\u00f3prias formas de divers\u00e3o, negociar regras com os colegas, resolver conflitos sem \u00e1rbitros adultos e improvisar solu\u00e7\u00f5es quando algo dava errado. Esse cen\u00e1rio funcionava como um treinamento emocional cont\u00ednuo que fortalecia habilidades hoje consideradas essenciais para a <a href=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2026\/03\/17\/por-que-homens-sempre-querem-se-sair-como-vitimas-em-discussoes-segundo-a-psicologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sa\u00fade mental<\/a>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"571\" src=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304-1024x571.jpg\" alt=\"Por que as d\u00e9cadas de 1960 e 1970 produziram adultos altamente resilientes, segundo a psicologia\" class=\"wp-image-118413\" srcset=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304-1024x571.jpg 1024w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304-300x167.jpg 300w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304-768x428.jpg 768w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304-750x418.jpg 750w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304-1140x636.jpg 1140w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643043304.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Psic\u00f3logos utilizam o conceito de &#8220;neglig\u00eancia benigna&#8221; para descrever esse modelo de cria\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a falta de supervis\u00e3o desenvolveu resili\u00eancia emocional?<\/h2>\n\n\n\n<p>Psic\u00f3logos utilizam o conceito de &#8220;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Neglig%C3%AAncia_benigna\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">neglig\u00eancia benigna<\/a>&#8221; para descrever esse modelo de cria\u00e7\u00e3o: n\u00e3o se tratava de abandono ou crueldade, mas de um envolvimento parental menos intenso que, por consequ\u00eancia, obrigava as crian\u00e7as a desenvolverem estrat\u00e9gias pr\u00f3prias de autorregula\u00e7\u00e3o. Pesquisadores tamb\u00e9m falam em &#8220;inocula\u00e7\u00e3o ao estresse&#8221;, microdoses di\u00e1rias de dificuldade que, ao longo do tempo, fortalecem a capacidade de lidar com adversidades maiores.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as compet\u00eancias emocionais desenvolvidas nesse contexto, destacam-se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Toler\u00e2ncia \u00e0 frustra\u00e7\u00e3o e paci\u00eancia, constru\u00eddas em situa\u00e7\u00f5es onde esperar e lidar com o t\u00e9dio era inevit\u00e1vel.<\/li>\n\n\n\n<li>Capacidade de resolu\u00e7\u00e3o de problemas sem apoio externo, exercitada em conflitos entre colegas e desafios cotidianos.<\/li>\n\n\n\n<li>Autoconfian\u00e7a e tomada de decis\u00e3o aut\u00f4noma, resultantes da necessidade de se virar sozinho durante horas do dia.<\/li>\n\n\n\n<li>Adapta\u00e7\u00e3o e improviso diante do inesperado, habilidades treinadas em brincadeiras livres e situa\u00e7\u00f5es n\u00e3o planejadas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a cria\u00e7\u00e3o moderna pode estar enfraquecendo a resili\u00eancia das novas gera\u00e7\u00f5es?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na tentativa leg\u00edtima de oferecer mais seguran\u00e7a e conforto aos filhos, a sociedade contempor\u00e2nea criou um modelo de cria\u00e7\u00e3o que especialistas chamam de hiperprote\u00e7\u00e3o. Agendas lotadas, supervis\u00e3o constante, est\u00edmulos digitais ininterruptos e interven\u00e7\u00e3o adulta em cada pequeno conflito reduziram drasticamente as oportunidades para que crian\u00e7as enfrentem desafios por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos indicam que crian\u00e7as superprotegidas tendem a apresentar menor toler\u00e2ncia \u00e0 frustra\u00e7\u00e3o, maior incid\u00eancia de ansiedade e depend\u00eancia de valida\u00e7\u00e3o externa para tomar decis\u00f5es simples. Quando todo desconforto \u00e9 eliminado rapidamente, seja por uma distra\u00e7\u00e3o digital ou pela interven\u00e7\u00e3o imediata dos pais, a crian\u00e7a perde a chance de desenvolver o que psic\u00f3logos descrevem como &#8220;calos emocionais&#8221;, aquela resist\u00eancia sutil que s\u00f3 se constr\u00f3i pela experi\u00eancia repetida com pequenas adversidades.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"571\" src=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741-1024x571.jpg\" alt=\"Por que as d\u00e9cadas de 1960 e 1970 produziram adultos altamente resilientes, segundo a psicologia\" class=\"wp-image-118412\" srcset=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741-1024x571.jpg 1024w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741-300x167.jpg 300w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741-768x428.jpg 768w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741-750x418.jpg 750w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741-1140x636.jpg 1140w, https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/creation_2643042741.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Psic\u00f3logos utilizam o conceito de &#8220;neglig\u00eancia benigna&#8221; para descrever esse modelo de cria\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como aplicar as li\u00e7\u00f5es dos anos 60 e 70 na cria\u00e7\u00e3o atual?<\/h2>\n\n\n\n<p>Especialistas em desenvolvimento infantil n\u00e3o defendem um retorno ao modelo do passado, mas sim um equil\u00edbrio entre prote\u00e7\u00e3o e liberdade na educa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea. O objetivo n\u00e3o \u00e9 expor crian\u00e7as a riscos desnecess\u00e1rios, mas criar espa\u00e7os seguros onde a autonomia possa ser exercitada gradualmente. Algumas pr\u00e1ticas recomendadas por psic\u00f3logos incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Permitir pequenos riscos controlados, como brincar ao ar livre com supervis\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia em vez de acompanhamento constante.<\/li>\n\n\n\n<li>Evitar intervir imediatamente em conflitos entre irm\u00e3os ou colegas, dando espa\u00e7o para que a crian\u00e7a tente resolver a situa\u00e7\u00e3o primeiro.<\/li>\n\n\n\n<li>Respeitar o t\u00e9dio sem oferecer entretenimento instant\u00e2neo, permitindo que a crian\u00e7a encontre por si mesma formas de ocupar o tempo.<\/li>\n\n\n\n<li>Incluir os filhos em tarefas dom\u00e9sticas e decis\u00f5es proporcionais \u00e0 idade, fortalecendo o senso de responsabilidade e compet\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A resili\u00eancia emocional n\u00e3o \u00e9 um tra\u00e7o de personalidade com o qual se nasce, mas um m\u00fasculo que se fortalece com o uso. As d\u00e9cadas de 1960 e 1970 ensinaram, mesmo sem inten\u00e7\u00e3o, que a for\u00e7a interior cresce nos momentos comuns e imperfeitos da inf\u00e2ncia, naqueles pequenos desafios cotidianos que nenhuma tela, nenhum aplicativo e nenhuma interven\u00e7\u00e3o adulta consegue substituir por completo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisas recentes na \u00e1rea da psicologia indicam que crian\u00e7as que cresceram nas d\u00e9cadas de 1960 e 1970 desenvolveram n\u00edveis de resili\u00eancia emocional superiores aos das gera\u00e7\u00f5es seguintes. 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