{"id":113853,"date":"2026-03-05T17:45:33","date_gmt":"2026-03-05T20:45:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/?p=113853"},"modified":"2026-03-04T15:38:24","modified_gmt":"2026-03-04T18:38:24","slug":"a-arvore-que-sobreviveu-a-bomba-de-hiroshima-e-ainda-colore-centros-urbanas-com-suas-folhas-amarelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2026\/03\/05\/a-arvore-que-sobreviveu-a-bomba-de-hiroshima-e-ainda-colore-centros-urbanas-com-suas-folhas-amarelas\/","title":{"rendered":"A \u00e1rvore que sobreviveu \u00e0 bomba de Hiroshima e ainda colore centros urbanas com suas folhas amarelas"},"content":{"rendered":"\n<p>Imagine caminhar por uma avenida no outono e, de repente, se ver cercado por um tapete dourado de folhas em forma de leque. Essa cena, comum em v\u00e1rias cidades do mundo, costuma ter uma protagonista discreta, mas fascinante: a <b>Ginkgo biloba<\/b>, uma \u00e1rvore que conecta <b>dinossauros<\/b>, bombas at\u00f4micas e o nosso dia a dia urbano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Ginkgo biloba \u00e9 chamada de f\u00f3ssil vivo<\/h2>\n\n\n\n<p>Conhecida como <b>\u00e1rvore dinossauro<\/b>, a Ginkgo biloba \u00e9 considerada um <b>f\u00f3ssil vivo<\/b> porque quase n\u00e3o mudou ao longo de milh\u00f5es de anos. F\u00f3sseis com cerca de 200 milh\u00f5es de anos j\u00e1 mostram folhas em formato de leque muito parecidas com as de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela \u00e9 a \u00fanica representante viva de seu <b>grupo<\/b>, o que torna sua linhagem <b>\u00fanica<\/b> na hist\u00f3ria das plantas. Em vez de se dividir em muitas esp\u00e9cies, manteve o mesmo \u201cprojeto b\u00e1sico\u201d, provando que se adaptou bem a diferentes climas, solos e desafios ambientais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-pinterest wp-block-embed-pinterest\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\" \" src=\"https:\/\/assets.pinterest.com\/ext\/embed.html?id=34691859623879657&#038;src=oembed\" height=\"699\" width=\"450\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" ><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a liga\u00e7\u00e3o entre Ginkgo biloba e Hiroshima<\/h2>\n\n\n\n<p>A associa\u00e7\u00e3o entre <b>Ginkgo biloba<\/b> e Hiroshima vem de registros de <a href=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2026\/02\/27\/arvores-ornamentais-para-espacos-pequenos-beleza-e-frescor-sem-comprometer-a-estrutura-do-seu-imovel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00e1rvores<\/a> que estavam pr\u00f3ximas ao epicentro da <b>bomba<\/b> at\u00f4mica em 1945. Mesmo depois do calor extremo e da destrui\u00e7\u00e3o ao redor, alguns exemplares conseguiram rebrotar meses depois, surpreendendo moradores e pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa resist\u00eancia \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 casca <b>espessa<\/b>, \u00e0s ra\u00edzes fortes e \u00e0 capacidade de brotar de partes protegidas do tronco e do sistema <b>radicular<\/b>. At\u00e9 hoje, essas \u00e1rvores sobreviventes s\u00e3o tratadas como s\u00edmbolos de renova\u00e7\u00e3o, paz e esperan\u00e7a, com placas e homenagens em jardins de v\u00e1rias cidades.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Ginkgo biloba \u00e9 t\u00e3o usada nas cidades modernas<\/h2>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a de <b>Ginkgo biloba<\/b> em jardins e cal\u00e7adas n\u00e3o se explica s\u00f3 pela sua hist\u00f3ria curiosa. Em cidades movimentadas, \u00e9 preciso escolher \u00e1rvores que aguentem <b>polui\u00e7\u00e3o<\/b>, solo apertado, mudan\u00e7as bruscas de temperatura e, mesmo assim, continuem bonitas e saud\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ginkgo se adapta bem a esses cen\u00e1rios, especialmente em regi\u00f5es de clima <b>temperado<\/b>. Suas <a href=\"https:\/\/www.uai.com.br\/uainoticias\/2026\/03\/04\/folhas-furadas-e-plantas-morrendo-veja-como-combater-lesmas-e-caracois-de-forma-natural\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">folhas<\/a> viram um espet\u00e1culo amarelo no outono, criando paisagens que atraem turistas, fot\u00f3grafos e pessoas que apenas querem um momento de <b>contempla\u00e7\u00e3o<\/b> no meio da correria. Se voc\u00ea gosta de plantas, separamos esse v\u00eddeo do <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@YUCCAPLANTAS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">YUCCA PLANTAS<\/a> mostrando mais sobre o ginko:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe title=\"Ginkgo biloba - Uma linda \u00e1rvore!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/19lKBIjyI-Y?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais vantagens a Ginkgo biloba oferece na arboriza\u00e7\u00e3o urbana<\/h2>\n\n\n\n<p>Para quem planeja ruas, pra\u00e7as e parques, a <b>Ginkgo biloba<\/b> re\u00fane caracter\u00edsticas pr\u00e1ticas e est\u00e9ticas. Al\u00e9m de bonita, ela costuma dar menos dor de cabe\u00e7a em <b>manuten\u00e7\u00e3o<\/b> quando comparada a outras esp\u00e9cies de grande porte.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns dos pontos mais valorizados por gestores e paisagistas s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Copa relativamente ordenada<\/strong>, que facilita a <b>poda<\/b> e a conviv\u00eancia com a <b>fia\u00e7\u00e3o<\/b>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ra\u00edzes profundas<\/strong>, com menor risco de danificar <b>cal\u00e7adas<\/b> e estruturas urbanas;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Longevidade elevada<\/strong>, reduzindo trocas frequentes de <b>\u00e1rvores<\/b> e custos de <b>replantio<\/b>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Boa toler\u00e2ncia \u00e0 polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica<\/strong>, comum em grandes <b>centros<\/b> e vias muito <b>movimentadas<\/b>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as principais caracter\u00edsticas da \u00e1rvore Ginkgo biloba<\/h2>\n\n\n\n<p>A <b>\u00e1rvore<\/b> Ginkgo biloba pode chegar de 20 a 35 metros de altura, com tronco ereto e casca <b>acinzentada<\/b>. Quando jovem, a copa \u00e9 mais estreita; com o tempo, vai se abrindo e ficando mais ampla, marcando presen\u00e7a na paisagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Suas folhas s\u00e3o seu tra\u00e7o mais <b>marcante<\/b>: crescem em pequenos tufos, em formato de <b>leque<\/b>, \u00e0s vezes com uma fenda no meio. S\u00e3o verdes na primavera e no ver\u00e3o, viram amarelo intenso no outono e caem quase ao mesmo tempo, formando um tapete uniforme no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-pinterest wp-block-embed-pinterest\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\" \" src=\"https:\/\/assets.pinterest.com\/ext\/embed.html?id=87609155246444654&#038;src=oembed\" height=\"615\" width=\"450\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" ><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Que detalhes curiosos ajudam a reconhecer a Ginkgo biloba<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da forma das folhas, alguns aspectos da Ginkgo chamam aten\u00e7\u00e3o e ajudam a <b>identific\u00e1-la<\/b> facilmente. Em muitas cidades asi\u00e1ticas, ela faz parte da paisagem de <b>templos<\/b>, jardins hist\u00f3ricos e locais de medita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Esp\u00e9cie di\u00f3ica<\/strong>: existem \u00e1rvores <b>masculinas<\/b> e femininas separadas;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Frutifica\u00e7\u00e3o espec\u00edfica<\/strong>: as femininas produzem frutos com <b>odor<\/b> forte quando <b>maduros<\/b>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Longevidade not\u00e1vel<\/strong>: h\u00e1 registros de exemplares com v\u00e1rios <b>s\u00e9culos<\/b> de idade;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Origem asi\u00e1tica<\/strong>: tradicionalmente ligada \u00e0 <b>China<\/b>, ao Jap\u00e3o e \u00e0 Coreia.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a Ginkgo biloba se conecta ao nosso cotidiano hoje<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 2026, a <b>Ginkgo biloba<\/b> aparece na pesquisa cient\u00edfica, na arboriza\u00e7\u00e3o de cidades e em produtos feitos com seus <b>extratos<\/b>. Cientistas se interessam por sua resist\u00eancia a estresses ambientais e por sua longa vida, buscando pistas sobre envelhecimento saud\u00e1vel em \u00e1rvores.<\/p>\n\n\n\n<p>Em espa\u00e7os p\u00fablicos, ela \u00e9 escolhida para compor paisagens que falam de <b>mem\u00f3ria<\/b>, tempo e renova\u00e7\u00e3o, especialmente em jardins de museus, universidades e locais de homenagem. Assim, a \u201c\u00e1rvore dinossauro\u201d segue crescendo silenciosamente entre <b>carros<\/b>, pr\u00e9dios e metr\u00f4s, marcando as esta\u00e7\u00f5es e lembrando que algumas hist\u00f3rias da natureza atravessam milh\u00f5es de anos quase sem mudar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine caminhar por uma avenida no outono e, de repente, se ver cercado por um tapete dourado de folhas em forma de leque. 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