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Carcassonne: a terceira cidade mais visitada na França tem muitas histórias para contar

 

Pode parecer até maldade dizer que Carcassonne é mais bonita de longe. A grande muralha do castelo medieval, que se avista da estrada, já produz um efeito paralisante em quem visita a região francesa, quase na fronteira com a Espanha. À distância, o cenário de contos de fadas, com as suas 52 torres pontiagudas apontando ao céu, nos faz lembrar das cenas de Game of thrones. Cercado por muros de pedra, o castelo, localizado na região de Languedoc-Rousillon, é, depois da Torre Eiffel e do Mont Saint-Michel, o local mais visitado da França.




Desde que conquistou o título de patrimônio da humanidade pela Unesco, em 1997, a cidade recebe todos os anos cerca de 4 milhões de turistas amantes de história e da boa gastronomia. O seu nome se deve, segundo a uma lenda antiga, à dama Carcas – governante do lugar. Quando o imperador dos romanos Carlos Magno cercou a cidadela, Carcas resistiu bravamente. Achando-se desprovida de soldados, distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para combate. Assim venceu a batalha.

Como em qualquer castelo que se preze, ao entrar em suas dependências, basta atravessar uma ponte sobre um fosso. Lá dentro, lojinhas de suvenires, restaurantes caros, pousadas e hotéis em construções bem cuidadas, além de praças e teatros a céu aberto. Destaque para a imponente Basílica de Saint-Nazaire, em estilos românico e gótico. Caminhar por suas vielas é ter a sensação de que iremos nos deparar com cavaleiros medievais. Em vez dos personagens épicos, damos de cara com centenas de turistas de todas as nacionalidades, armados de smartphones e máquinas fotográficas.

Carcassonne também é a terra da famosa cassoulet, a feijoada francesa de feijão-branco com carne de pato e linguiça de cordeiro. Fora do castelo, é possível fazer um passeio pela cidadezinha charmosa e acolhedora e conhecer o Canal do Midi, também chamado Canal dos Dois Mares, pois liga o mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico – uma via fluvial de 241 quilômetros, construída a pedido de Luís XIV, no século 17, classificada como patrimônio mundial em 1996.

 

 

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