Conheça o lugar onde é possível ver luzes dançantes nos céus

Ushuaia, na Argentina, é uma das únicas cidades abaixo da linha do Equador onde dá para apreciar o fenômeno da aurora austral. As luzes aparecem mais coloridas entre a Antártida e a América do Sul

por Rafaella Panceri 08/06/2017 16:00

Geokitta/Divulgação
(foto: Geokitta/Divulgação)
Já ouviu falar em aurora austral? E aurora boreal? São a mesma coisa. O que muda é a localização. A primeira ocorre no Hemisfério Sul. A segunda, no norte. O espetáculo de cores só pode ser visto nos lugares mais extremos da Terra. Os destinos europeus são os mais famosos entre os viajantes porque têm infraestrutura e malha aérea para receber visitantes. É o caso da Finlândia, Noruega e Suécia, para citar poucos. Abaixo da Linha do Equador, o fenômeno acontece entre os continentes e a Antártida e no próprio continente de gelo, no inverno. É, portanto, mais difícil de capturar.

No entanto, a empreitada é possível. Ushuaia, na Argentina, é um dos raros lugares do Hemisfério Sul onde as luzes podem aparecer próximas de centros urbanos. No inverno, a cidade chega a ficar escura por mais de meio dia. É a chance de observar a aurora austral. Na Antártida, a melhor época para visualizar o fenômeno é o inverno. As luzes estão mais visíveis e mais coloridas. No entanto, você precisará de boas condições climáticas para conseguir chegar lá.
Geokitta/Divulgação
(foto: Geokitta/Divulgação)

Fenômeno: As auroras boreal e austral ocorrem quando o campo magnético do planeta entra em contato com partículas carregadas, emitidas pelo Sol.

 

SAIBA MAIS:

 Rumo à luz

Em março, uma companhia aérea da Nova Zelândia organizou o primeiro voo comercial com objetivos puramente contemplativos. Um grupo de 130 passageiros embarcou no aeroporto de Dunedin, localizado na Ilha Sul, e voou até a latitude 62 sul, que corresponde a dois terços do caminho para o Pólo Sul. A aeronave voltou de lá mesmo para a cidade depois de voar por 8 horas. Quatro horas foram reservadas à observação da aurora austral. Os bilhetes custaram cerca de R$ 8,8 mil para a classe econômica e R$ 17,6 mil para a executiva. Para conferir o conteúdo produzido pelos passageiros durante a viagem, procure pela hashtag #flighttothelights no Instagram e no Facebook.

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