Conheça alguns blocos de rua do carnaval de Belo Horizonte

E o que começou, em 2009, com 3 grupinhos reunidos em torno de alguns músicos e instrumentos, atualmente é uma turma gigantesca dividida em mais de 400 blocos de rua coloridos e irreverentes.

por Carlos Altman 31/01/2017 06:00

Então, Brilha! 
Alexandre Guzanshe/EM
Então, Brilha! (foto: Alexandre Guzanshe/EM)
 

Um dos maiores blocos do carnaval de Belo Horizonte o Então, Brilha combina ocupação do espaço urbano, com a valorização das prostitutas e muita animação com músicas do carnaval baiano. O aquecimento é em frente ao mítico Hotel Brilhante, no epicentro da Zona Boêmia da capital. A multidão segue atrás do trio elétrico - devidamente fantasiada de rosa e amarelo brilhante - pelas ruas do centro até aportar na praça, ou melhor: na Praia da Estação. Sai no sábado

Pena de Pavão de Krishna 
Paulo Filgueiras/EM
Pena de Pavão de Krishna (foto: Paulo Filgueiras/EM)

Desfila no segundo dia do Carnaval de Belo Horizonte, desde 2013, tocando canções no ritmo do afoxé. O bloco possui uma temática inspirada na cultura indiana e uma característica distinta é a entonação do mantra “Om” antes dos ensaios e do cortejo. Outro diferencial do bloco é o uso de violino como um dos principais instrumentos musicais.O nome surgiu em referência a parte da letra da música “Trilhos Urbanos”, de Caetano Veloso. Sai no domingo

Baianas Ozadas
Ramon Lisboa/EM
Baianas Ozadas (foto: Ramon Lisboa/EM)

O bloco das multidões do carnaval Belo Horizonte atraiu mais de 80 mil pessoas partindo da Praça da Liberdade, no ano passado. Fundado em 2012, conta com os foliões vestidos de branco e emana um poderoso axé "vintage".
Praça da Liberdade – Savassi . Sai na segunda-feira


Corte Devassa
Paulo Filgueiras/EM
Corte Devassa (foto: Paulo Filgueiras/EM)

 Em seu  sexto ano no carnaval de BH o bloco é nota 10 no quesito fantasia e adereços. Nascido de um grupo de artistas da Fundação Clóvis Salgado ostenta charme e, apesar da realeza das fantasias, os decotes e saias abertas trazem a corte para o mundano.
R. Sapucaí – Floresta sai na segunda-feira

Bloco Magnólia
Alexandre Guzanhe/EM
Magnólia (foto: Alexandre Guzanhe/EM)

Pode jazz no carnaval? Sim, respondem em uníssono os trombones, clarins e tubas do Bloco Magnólia, que desfilou pelas ruas do Bairro Santo André pela primeira vez no ano passado e repete a dose neste ano. São inspirados no Mardi Gras, o carnaval da terça-feira gorda em New Orleans, nos EUA.
R. Magnólia, 1114 – Caiçara – Sai na terça-feira

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