Frango caipira com ora-pro-nóbis

14/07/2017 09:00
 Renato Weil/EM
Renato Weil/EM

Ingredientes:

- 1 frango caipira em pedaços
- Tempero (alho e sal) a gosto
- 2 tomates picados
- 1 cebola picada
- Meio pimentão picado
- 1 tablete de caldo de galinha
- 1 colher (sopa) de colorau ou açafrão
- 2 xícaras (chá) defolhas de ora-pro-nóbis

Fogão a

lenha:

- A regra ésentir-se em casa. Assim é a Cantina Mãos Dadas, em Acuruí, que tem à frente Eliane Ângela Resende. Montado na garagem de casa, o restaurante tem como especialidade o umbigo de banana, que vai à mesa com carne moída, toucinho e até bacalhau. Aberto nos fins de semana.

Contato:(31) 9998-3107.

Como fazer Frango caipira com ora-pro-nóbis:

Despejar água quente sobre o frango e escorrer. Retirar o excesso da pele e temperar com alho, sal e caldo de galinha. Em uma panela, aquecer o óleo e pôr o frango. Quando estiver bem dourado, pôr a cebola e o tomate e cobrir com água. Deixar cozinhar por cerca de 40 minutos, ou até que a carne fique macia. Se necessário, pôr mais água. Depois que o frango estiver cozido, pôr folhas inteiras de ora-pro-nóbis, misturar e deixar por mais cinco minutos.

Generosa mesa de itabirito

A água de São Gonçalo do Bação parece mesmo ter encantos. Em nossas andanças, conhecemos mais um forasteiro que se apaixonou pelo lugar. O anfitrião da vez é Luzimar Eustáquio Pinto, cuja história com o lugarejo começou de maneira, digamos, curiosa. Certa vez, cismei de mexer com gado. Comprei o rebanho, mas não tinha onde pôr. Comecei a procurar um lugar e descobri o Bação. Passados 25 anos, Luzimar se estabeleceu definitivamente no distrito e passou a se dedicar a outras atividades, como criação de frango caipira e produção de queijo.

Na roça, temos que fazer de tudo. E haja versatilidade. Nas horas vagas, o mineiro, natural de Gonzaga, no Vale do Rio Doce, se mostra um prendado cozinheiro. Os dotes de forno e fogão foram aperfeiçoados durante o tempo em que viveu nos Estados Unidos. Lá, até queijo ele fez. Sentia muita falta da comida daqui. No dia que consegui o coalho, fiz alguns queijos em casa. Outros mineiros que também moravam lá não acreditaram, recorda.

A conversa é o tempero do almoço, que, da cozinha, perfuma a casa inteira.

Receita fornecida por Luzimar Eustáquio Pinto