Pastel jk

21/10/2016 10:00

Ingredientes:

- 1 quilo de farinha de trigo

Para a massa

- Meio copo de óleo
- 100 ml de álcool
- 2 copos (tipo americano) de água morna
- 1 ovo
- 1 quilo e meio de carne bovina moída, cozida e temperada

Para o recheio

Onde ficar:

Pousada dos Cristais (38) 3531-2897

Pousada do Garimpo (38) 3531-1044

Pousada Castelinho (38) 3531-1607

Hotel Tijuco (38) 3531-3763

Relíquias do Tempo (38) 3531-1627

Montanhas de Minas (38) 3531-3240

Hotel Fazenda Salitre (38) 3531-1526

Como fazer Pastel jk:

Em um recipiente misturar todos os ingredientes da massa com as mãos. Deixar a mistura descansar de um dia para o outro. Abrir a massa no cilindro (máquina específica para pastel). Pôr uma colher (sobremesa) de recheio em espaços regulares da massa. Com uma carretilha, cortar a massa em tamanho suficiente para dobrá-la sobre cada porção de recheio. Fechar bem as bordas. Fritar os pastéis em óleo pré-aquecido.

Louco desejo de jk

Aos 89 anos, Argelina Lopes de Souza lembra cada detalhe da época em que era cozinheira. Suas receitas fizeram história em Diamantina, até mesmo no paladar de um ilustre cidadão do município. Ninguém mais e ninguém menos do que Juscelino Kubitschek foi fã confesso das delícias de dona Argelina. Desde quando era prefeito de Belo Horizonte, ele vinha e encomendava os pratos, conta. Assim que Nonô chegava à cidade natal, ela corria para cozinha e preparava verdadeiros banquetes para ele.

Fazia lombo, pernil e muitas outras delícias, lembra. Mas o que agradava mesmo JK era o famoso pastel de carne. Ele encomendava aos montes e comia sem peso na consciência, diverte-se. Hoje, a delícia que encantou até o ex-presidente é preparada por Áurea Barbosa de Souza, cunhada de Argelina. Ela me passou todas as suas receitas, inclusive a do famoso pastel, orgulha-se.

Sequinho e bem recheado, o salgado é vendido sob encomenda e também no Mercado dos Tropeiros, na feira dos sábados, no Centro de Diamantina. Segundo Áurea, o que torna a iguaria irresistível é a massa feita de véspera e a carne de primeira qualidade. É tudo caseiro e muito bem feito, garante. Mas, de acordo com ela, aprender as receitas de dona Argelina não é apenas saber ingredientes e modo de preparo.

É herdar sabores que fazem parte da nossa história. Na memória, o delicioso sabor dos anos dourados.

Receita fornecida por Áurea Barbosa de Souza, de Diamantina: (38) 3531- 1637