Corvina frita

16/09/2016 08:40

Ingredientes:

- 2 kg de corvina
- 2 dentes grandes de alho, amassados
- 1 limão inteiro
- Sal a gosto
- Pimenta a gosto
- 100 g de fubá de milho
- 100 g de farinha de trigo

Para o molho

- 1 colher (sopa) de maionese
- 3 colheres (sopa) de catchup
- 1 colher (sopa) de molho inglês

Onde ficar:

Pesqueiro do Guaicuí (38) 3731-5007

Como fazer Corvina frita:

Limpar bem o peixe e tirar toda a escama. Fazer um corte vertical no lombo da corvina. Retirar em bandas o filé do peixe, deixando só o esqueleto. Retirar os ossinhos que ainda restaram. Cortar o filé em tiras e temperar com alho, sal, pimenta e limão. Passar a carne numa mistura de farinha de trigo e fubá. Esquentar o óleo (até cobrir) e fritar seis pedaços de cada vez, até dourar. Servir com salada e molho.

O molho

Misturar todos os ingredientes. Despejar em um pequeno recipiente para acompanhar a corvina.

Encontro de águas

Fim de viagem, mas, para o Rio das Velhas, é só o começo de um novo percurso. A equipe chega a Barra de Guaicuí, distrito de Várzea da Palma, a 297 quilômetros de BH, e vai direto à Pousada Pesqueiro do Guaicuí, de Sérgio Amore Sales. E ele logo faz um desafio: pescar corvina. Para fisgá-la, é preciso paciência, pois é um peixe esperto. Tira a isca do anzol num piscar de olhos. É tarefa para quem entende do assunto, provoca Sales.

Cientes disso, e para não dar vexame, os visitantes deixam o desafio para outro dia. E Sales demonstra habilidade com o anzol. Fisgada, a corvina vai logo para a cozinha. Quem prepara o peixe é a cozinheira da pousada Iêda Mota Carvalho Alfredo. Tem que retirar bem todas as espinhas para, depois, temperar o filé e fritá-lo, conta. A corvina frita é extramente macia e saborosa, um aperitivo ideal para fechar com chave de ouro este roteiro.

Fica ainda melhor servido com o molho criado por Iêda. É só misturar maionese, catchup e molho inglês, explica. Mas a grande surpresa ainda estava por vir. Da sacada da pousada, que fica na beira do Rio das Velhas, aves como o mergulhão acham também boa comida. Um espetáculo de beleza e sobrevivência. A 500 metros, outro grande show. Nosso companheiro de viagem, de águas doces e mansas, se encontra com o Rio São Francisco, e cria forças.

Juntos, eles seguem seu caminho e a gente se despede desse mar de Minas, que ora chora, ora renasce. Até a próxima!

Receitas fornecidas por Iêda Mota Carvalho Alfredo, da Barra de Guaicuí: (38) 3731-5007