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I love jazz agita praça do papa

O último dia da 10ª edição do I love jazz levou público variado à Praça do Papa na tarde deste domingo. A abertura dos shows com o Jazz Band Ball agitou a galera que lotou o espaço de 600 pessoas reservado a convidados e levou outras centenas de pessoas na área externa. A banda, idealizada em 1984 pelo contrabaixista José Carlos de Araújo e o baterista Paulinho Lima, que transita entre o dixieland, o revival e o swing, foi o “esquenta” para as duas atrações estrangeiras, a cantora uruguaia Maria Noel Taranto, uma das mais importantes intérpretes do jazz na América Latina e do cantor, guitarrista e arranjador norte-americano Mark Lambert e sua banda o Quinteto Radio Swing.

Nem a chuva que caiu no início da tarde intimidou o público que, como no primeiro dia do evento, aqueceu os passos com a aula de lindy hop com BeHoppers, grupo conhecido por apresentações em espaços públicos da capital mineira. O evento, que tem o apoio do jornal Estado de Minas e do portal Uai, e idealizado Marcelo Costa, curador do festival repetiu o sucesso dos anos anteriores, levando um público fiel às vertentes do jazz surgidas nos anos 1920 e 1930 em New Orleans, nos Estados Unidos.

A ambientação retrô ganhou efeito especial com o espaço de lambe lambe, com fotografias instantâneas que podiam ser tiradas junto ao casal Felipe Vallavez, 26 anos, promotor da empresa Kabine que expôs o equipamento para as fotos e a melindrosa Pamêla Oliveira Silva, de 22, modelo da Top Agency. Ambos vestidos com roupas de época (anos 30 e 40) eram disputados para as selfs do público. Pâmela, que participou pela primeira vez do evento, disse “surpresa com tamanha animação e organização”.

A Universidade Una, campus Aimorés, disponibilizou treze alunos de diversos cursos, como Relações Públicas, Estética, Direito, para atendimento aos participantes. A estudante de direito Isabella Tavares, disse que os alunos da instituição atuaramdesde a recepção até o registro de imagens de todo o evento.

Bruno Lemos, representante da cachaça Seleta em Minas, que expõe seu produto pelo segundo ano, considerou muito positivo o festival. “O nível do público agrega valores ao nosso produto, ainda mais por se tratar de um apoio dos dois principais meios de comunicação em nosso estado”.
A empresa disponibilizou 40 litros da bebida para os dois dias do evento, que era servida pura ou em coquetéis de diversos sabores.
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