A banda, que faz rock pesado cantado em português, conta ainda com Felipe Prado (baixo), Claudio Moreira (guitarra), Eduardo Drummond (bateria) e Thiago Viana (guitarra). O disco tem 12 registros inéditas, composições que sintetizam o momento atual dos músicos, todos na faixa dos 20 aos 30 anos e que querem experimentar a sensação de virar a página e mudar de rumo. O nome do álbum inclusive surgiu inspirado nesse clima. “Jogamos as canções velhas no lixo e buscamos outras que representassem nosso tempo atual. É meio uma metáfora sobre nós mesmos”, compara o vocalista.
O CD, que acaba de sair pelo selo Ultra Music, mostra a evolução da banda de um trabalho experimental do passado para um som mais pesado e direto. O repertório mantém a intenção de provocar. Contestação é uma característica presente na gênese do Tempo Plástico. “Nossas músicas sempre tiveram uma quebra de tempo e ritmo acentuado. Ao percebermos essa característica, começamos a pensar na plasticidade do tempo e em como conseguiríamos moldá-lo. A reflexão acabou adquirindo outros significados, até que surgiu o nome da banda”, explica.
FAZENDO A LATA VELHA VOAR
Show de lançamento do disco da banda Tempo Plástico, nesta sexta-feira, às 22h, no Studio Bar (Rua Guajajaras, 842, Centro). Haverá apresentação do grupo Hellbenders (Goiás) e discotecagem de Bart 53HC, fundador da produtora 53HC Music Company. Ingressos a R$ 20.