Não é de hoje que quando se fala em galã se pensa em Tarcísio Meira, de 81 anos, ou como é conhecido no meio, Tarcisão.
Símbolo de beleza e masculinidade desde os anos 1960, astro de vários folhetins, por incrível que pareça, o ator paulista que estará na próxima novela das 21h, A lei do amor, não se considera um galã. E mais ainda. Acha muito chato esse papel.
"São os piores papéis, são papéis insípidos, insólitos, incolores e inodoros. São água que corre e se ajusta em qualquer espaço. Eles não criam espaço. Ocupam espaço”, declarou Tarcísio Meira, ao participar de uma entrevista com jornalistas essa semana no Projac, no Rio de Janeiro.
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POLÍTICA
Tarcísio Meira, que chegou a participar do primeiro capítulo de Velho Chico, como Jacinto de Sá Ribeiro, patriarca da famíila mais odiada da novela e pai de Afrânio (Rodrigo Santoro/Antônio Fagundes), comentou também sobre política durante a coletiva já que seu papel na trama de Benedito Ruy Barbosa era aquele típico coronel do interior, que mandava e desmandava na cidade de Grotas e agora vai repetir a dose na pele de Fausto, empresário que se torna prefeito da fictícia São Dimas.
"Eu acho que o desânimo nos deu um ânimo muito grande e que as coisas estão mudando mais rapidamente do que se espera que mudassem porque tudo sempre andou muito devagar. E isso é ótimo. Acredito que o povo nunca teve uma oportunidade como essa de fazer julgamentos. Isso é bem positivo", analisou.