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'Kleber Mendonça Filho me pagou para falar mal dele', ironiza colunista da Veja

Reinaldo Azevedo brinca com o fato de que filme não foi escolhido para representar o Brasil no Oscar

Diário de Pernambuco
Kleber Mendonça Filho (à direita) é constante alvo de críticas de Reinaldo Azevedo (à esquerda) - Foto: Veja/Divulgação - Anne-Christine Poujoulat/AFP Photo
O colunista da Veja Reinaldo Azevedo clama, em seu site, que foi pago por Kléber Mendonça Filho para falar mal dele. O jornalista havia proposto um boicote à Aquarius após exibição do filme no Festival de Cannes, onde elenco e produção protestaram contra a então tentativa de impeachment de Dilma Rousseff.

O comentário foi usado para compor o pôster do longa-metragem e Reinaldo usou a oportunidade para criticar novamente o material. "Chegou a hora de contar tudo! Não deu certo!", começa ele. "Kleber Mendonça, o diretor de Aquarius, o melhor marqueteiro hoje do Brasil, e eu, o segundo melhor, quebramos a cara desta vez. Pô, Kleber, vamos ser sinceros! Ele me pagou uma grana preta pra esculhambá-lo, entenderam? Notem que nem falei mal de Aquarius. Falei mal do diretor. Menti que não tinha visto o filme e conclamei os brasileiros a fazer o mesmo", disse.

Conhecido como grande opositor dos posicionamentos políticos propostos pela obra, continua de forma irônica: "Verdade é verdade! Sim, eu assisti ao filme.
Adorei! Como disse um crítico, Kleber demonstra um 'domínio absurdo do cinema'. Nem Bergman era tão 'absurdo'. Nem Fellini. Nem John Huston. Kleber é o mais 'absurdo' de todos eles".

O texto segue falando sobre o fato de que a produção, ambientada em Recife, não foi escolhida pela Secretaria de Audiovisual para representar o país na disputa pela indicação de melhor filme internacional do Oscar. "Kleber, fica pra próxima! Ok. Minha frase foi até parar no cartaz de propaganda do filme, né? Fico chateado porque isso representa um certo 'downgrade' no meu prestígio. Apostei que iam indicar o filme 'só pra dar uma lição a essa direita escrota'. Falhou! Mas não vou devolver o dinheiro, não!".

"Klebão, tamo junto! Pegue lá mais uma graninha pública, dos brasileiros trouxas, para as suas próximas parábolas de libertação dos oprimidos e me chame. Tenho novas ideias para esculhambá-lo", termina ele. Leia o texto completo. .