Participe do Concurso Repórter Guri Fotográfico!

Seus cliques poderá ser premiados

09/05/2012 15:47

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Divulgação
(foto: Divulgação)
 

 

Ruas limpas, lagos e rios cristalinos. Céu azul sem poluição e passarinhos cantando. Para que o ambiente ao nosso redor fique cada vez mais bonito, é preciso preservar. Pequenas ações podem fazer muita diferença. Quando alguém evita jogar garrafas PETs no meio-fio poderá impedir que ela chegue a rios e mares. Se você conhece ou viu atitudes de preservação ambiental não deixe de participar do concurso 4º Repórter Guri Fotográfico. O tema deste ano é a defesa e preservação do meio ambiente.

Os autores das 15 melhores fotografias serão selecionados para ser nossos Repórteres Guri Fotográficos. Para concorrer a uma das vagas, você deverá enviar a quantidade de fotos que quiser até o dia 25. As melhores fotos participarão de uma exposição, que circulará nas unidades dos Diários Associados: jornal Estado de Minas e TV Alterosa em junho e julho.

Este ano, os selecionados também vão conhecer as redações do EM e participarão de uma oficina de fotografia, com repórteres fotográficos. Os três que fizerem as melhores fotos ganham cada um uma máquina digital para poder sair por aí registrando tudo.
Se você tem entre 7 e 12 anos não perca tempo. As fotos devem ser enviadas por e-mail para o endereço guri.mg@diariosassociados.com.br até 25 de maio, em alta resolução. As fotos devem ser acompanhadas de seus dados completos e do formulário de inscrição preenchido. Você também deverá dar um título para cada uma das fotos que vão concorrer.

FIQUE LIGADO:

25 de maio - Último prazo para o envio das fotos


2 de junho - Divulgação das 15 melhores fotos no Guri


Três perguntas para...
Jackson Romanelli, repórter fotográfico do D.A Press

O repórter fotográfico Jackson Romanelli se dedica à arte de criar imagens há 18 anos. O interesse pela fotografia surgiu quando ainda era criança. A seguir ele dá dicas para quem deseja sair por aí clicando.

O que o despertou para fotografia?


Sempre tive curiosidade. Quando era criança, tinha 8 anos, participei de uma oficina de Pin Hole, no Parque Lagoa do Nado. Ver como era o processo de formação da imagem me encantou. Sempre gostei de colecionar cartazes, tudo relacionado à imagem. Com 15 anos, fui trabalhar em um laboratório de fotografia, onde revelava trabalhos de fotógrafos renomados, como Washington Alves, Câncio, Mazico, Jorge Gontijo e Auremar de Castro. Comprei minha primeira câmara aos 15 anos. Então, comecei a fotografar e fazer cursos.

O que é preciso para ser um bom fotógrafo?


Primeiro, gostar de imagem. É importante ser observador, inquieto e mover-se como coruja. Estar atento à sua volta para ver o que pretende congelar. Como um matemático faz conta com rapidez, o fotógrafo consegue fazer o registro.

Qual é o segredo para conseguir a melhor imagem?


Atenção e paciência. Tem que estar atento e preparado o tempo todo. A qualquer hora a imagem pode aparecer. Às vezes, obtemos a imagem na hora que menos se espera. Por exemplo, foi divulgada a informação que 30% da população mora em favelas. Fiquei o dia em uma favela com um líder comunitário. Quando já tinha ido embora, resolvi voltar para fazer fotos com mais liberdade. Foi quando ouvi vozes: voltei e vi duas crianças brincando, jogando água uma na outra. A foto foi vista por muitos colegas e por mim também como uma das melhores da cobertura sobre o assunto.

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