O neozelandês afirmou que o filme é baseado em 55 horas de gravação nunca vistas e 140 horas de áudio das sessões de gravação.
Jackson afirmou que o documentário vai apresentar uma visão inédita do processo criativo do grupo e de suas interações no estúdio.
"É como uma máquina do tempo que nos transporta a 1969 e temos que sentar no estúdio e observar estes quatro amigos fazendo uma música genial juntos", afirmou em um comunicado.
saiba mais
-
Diretor de 'Irreversível', Gaspar Noé explora violência em 'Clímax'
-
Documentário mostra os 35 anos da banda de rock Ultraje a Rigor
-
Chay Suede é Erasmo Carlos no longa-metragem 'Minha fama de mau'
-
Diretores premiam Alfonso Cuarón, que pavimenta caminho ao Oscar
-
Cultura de rua é a estrela do festival Palco Hip-hop, em BH
A princípio, as filmagens serviriam para um especial de televisão, que nunca foi produzido. Algumas imagens foram utilizadas no documentário Let it be de Michael Lindsay-Hogg.
Muitos fãs acreditam que as sessões de gravação foram marcadas por rivalidades e disputas internas, mas Jackson afirma que isto não é verdade.
"Com certeza há momentos de drama, mas nada a ver com a discórdia associada a este projeto durante muito tempo", destacou.
"Vendo John, Paul, George e Ringo trabalhando juntos, criando canções que hoje em dia são clássicos, a partir do zero não é apenas fascinante, mas também divertido, edificante e surpreendentemente íntimo".
O filme tem a colaboração de Paul McCartney e Ringo Starr, assim como das famílias de George Harrison e John Lennon.
A produção não anunciou uma data para a estreia.