Muito atuante nos anos 1970 e 1980, Braz adaptou para as telas clássicos de Nelson Rodrigues (Bonitinha mas ordinária, Álbum de família e Perdoa-me por me traíres) e de Plínio Marcos (Navalha na carne e Dois perdidos numa noite suja), rompendo a visão maniqueísta que celebrava fitas “cult” e o Cinema Novo e desancava produções populares, tachadas de “comerciais”. Atualmente, Chediak mora em sua terra natal, Três Corações, no Sul do estado.
A banana mecânica será exibido segunda-feira, às 19h, com entrada franca. Depois da sessão haverá bate-papo promovido pelo projeto Curta circuito. A sala fica no Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro).
Mostra de Cinema Permanente destaca obra do mineiro Braz Chediak
'A banana mecânica' de 1974, será exibido no Cine Humberto Mauro na segunda-feira, às 19h