Documentário 'Algodão entre espelhos' é exibido com entrada gratuita no Cinemark do Pátio Savassi

Filme narra o papel de Rondon Pacheco no desenvolvimento de Minas Gerais

25/04/2013 08:28

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Cinemark/Divulgação
Celso Machado, Nara Sbreebow e Rondon Pacheco no lançamento de Algodão entre espelhos, em Uberlândia (foto: Cinemark/Divulgação)
De sexta a domingo, às 10h, será exibido no Cinemark do Pátio Savassi, com entrada franca, o documentário 'Algodão entre espelhos', que narra o papel de Rondon Pacheco no desenvolvimento de Minas. No filme, o público vai conhecer as conquistas do homem público que mudou o destino do estado. Foi ele o responsável pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Rondon conquistou a vinda da Fiat para o Brasil; a construção da Usina de São Simão, que serviu de referência para outras obras similares; e a expansão da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas).


Foi também o político quem incentivou a utilização do cerrado, até então ocioso, no plantio de soja e café, o que acabou, mais tarde, consagrando o solo. “Não tínhamos dimensão de tudo que ele tinha feito. À medida que fomos buscando as fontes, fomos descobrindo mais coisas”, diz o diretor, roteirista e idealizador do projeto, Celso Machado. Atento também à preservação cultural, Rondon Pacheco tombou o Palácio da Liberdade e a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e o Museu Casa de Guimarães Rosa, em Cordisburgo. Além disso, fundou o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha).


“Sem a participação direta dele, muita coisa teria se perdido”, afirma a diretora Nara Sbreebow. Com quase 100 anos de vida, Rondon Pacheco, que já foi governador do estado, chefe da Casa Civil e deputado federal, assistiu ao filme na pré-estreia em Uberlândia (MG), cidade onde vive. Ao final, declarou: “Apenas cumpri meu dever e me considero um político realizado. Fiz o que pude”. O média-metragem reúne depoimentos de personalidades e traz, num recorte da história mineira entre os anos 1960 e 70, a trajetória política de Rondon Pacheco. São 68 minutos extraídos de cerca de 100 horas de gravação.



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