O fim do mundo no cinema

De zumbis a pandemias, não falta criatividade em Hollywood quando o assunto é exterminar a humanidade

por Fernanda Machado 21/12/2012 07:00

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Divulgação / Sony Pictures
O fim do mundo em Hollywood: tramas criativas e muito efeito especial para dar cabo à humanidade em grande estilo (foto: Divulgação / Sony Pictures)
Para os desavisados, corre o boato nas redes sociais (e em qualquer mesa de bar, fila de banco e banco de praça) que esta sexta-feira, 21, marca o último dos dias da humanidade. É isso mesmo, aproveite o dia, vá ver o sol, abrace seus amigos, se declare para aquela paixão secreta porque – de acordo com os Maias (sempre eles), este mundão está com suas horas contadas. Se na vida real o mundo acabará uma só vez e pronto, em Hollywood o fim dos tempos já deu muito pano para a manga. De zumbis a pandemias, não falta criatividade aos roteiristas quando o assunto é dar cabo à humanidade.

 

Celebrando a data, o Divirta-se decidiu listar algumas das formas escolhidas pela indústria do cinema de colocar um ponto final em nossa humilde existência. Entre dramas, blockbusters e muitos efeitos especiais, algumas dicas sobre como sobreviver aos mais variados cataclismos. Afinal, vai que o mundo acaba mesmo?

Zumbis Grandes favoritos do público, os mortos-vivos já encerraram a existência de grande parte da humanidade a ponto de se tornarem um gênero à parte no cinema. Seja com o clássico O Despertar dos Mortos (1978), de George Romero ou o moderninho Extermínio (2002), de Danny Boyle, não há que não se delicie com os tropeços zumbis de dieta duvidosa.

Revisitado, o tema ganhou voltou à tona com força total recentemente com a série The Walking Dead e longas como Eu Sou A Lenda – estrelado por Will Smith em 2007 e Guerra Mundial Z que estreia com Brad Pitt no papel principal em 2013. Afinal, os zumbis são pop e nunca estiveram tão vivos!

Meteoros Ser atingido por uma maciça rocha espacial é uma das fantasias mais recorrentes (e populares) da indústria do cinema. O tema é tão popular que foi alvo de dois blockbusters lançados quase simultaneamente em 1998 – Impacto Profundo e Armageddon. O mundo, é claro, nunca acaba de fato – a não ser quando o assunto é Lars Von Trier. Em Melancolia   (2011) o diretor não fez firula e já dizimou o planeta nos primeiros minutos do filme. Este sim, cumpre o prometido.
Calamidades naturais
Pior que ser atingido por uma pedra vinda do céu é receber o ultimato da própria Terra. Pois o planeta se voltou contra seus inocentes diversas vezes nos cinemas, seja com mudanças climáticas (O Dia Depois de Amanhã – 2004), calamidades geológicas (O Núcleo – 2003) ou sem explicações mesmo (A Estrada – 2009). Não podemos esquecer dos fatídicos neutrinos em 2012 (2009), de Roland Emmerich.
Guerras Quando não são zumbis, pedras espaciais ou o próprio planeta, não há problema – a humanidade dá conta do serviço. A terra já foi devastada por conflitos bélicos em clássicos como Mad Max (1979), com Mel Gibson e O Livro de Eli (2010), protagonizado por Denzel Washington. Resultado – o planeta azul é transformado em um imenso (e perigoso) deserto.
Invasões alienígenas / robôs Outra modalidade favorita dos roteiristas de Hollywood, as invasões já deram cabo na humanidade em inúmeros clássicos do cinema. Fomos exterminados por alienígenas malvados (Independence Day – 1996), robôs assassinos (Matrix – 1999; O Exterminador do futuro: A salvação – 2009), e até mesmo uma combinação de ambos (O dia em que a terra parou – 1951 e 2008).

Pandemias / Virus Se todas as opções acima não funcionarem, um simples resfriado pode ser o suficiente para eliminar os seres humanos do planeta. Pandemias também merecem seu lugar ao sol calamitoso de Hollywood. Sucessos como Epidemia (1995), Os 12 macacos (1995) já fizeram do espirro o pior inimigo do homem. O tema voltou à tona recentemente com Contágio (2011), de Steve Soderbergh e Ensaio Sobre a Cegueira (2008), de Fernando Meirelles.



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