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A prática envolve gasto energético variável e pode impactar o organismo de diferentes formas, mas não substitui atividades físicas regulares
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A ideia de que o sexo pode ajudar no emagrecimento circula com frequência em conteúdos de saúde e curiosidades sobre o corpo. Embora exista um gasto calórico envolvido na atividade sexual, especialistas explicam que ele varia bastante e, em geral, não é suficiente para ser considerado um método de perda de peso.
O sexo envolve movimentação corporal, contração muscular e aumento da frequência cardíaca, fatores que contribuem para o gasto de energia. No entanto, a intensidade, a duração e o nível de envolvimento físico influenciam diretamente esse consumo.
Estimativas amplamente utilizadas em estudos de fisiologia sugerem que o gasto calórico durante o sexo pode variar, em média, entre níveis leves e moderados de atividade física, dependendo do ritmo e do esforço envolvido. Ainda assim, esse consumo tende a ser inferior ao de exercícios aeróbicos tradicionais realizados por períodos semelhantes.
Outro ponto importante é que o corpo não responde apenas ao aspecto físico da atividade. O envolvimento emocional, o nível de relaxamento e o contexto da relação também podem influenciar percepções de esforço e bem-estar, embora não alterem de forma significativa o gasto calórico total.
Por isso, especialistas costumam reforçar que o sexo não deve ser encarado como uma estratégia de emagrecimento. Seu impacto no organismo está mais relacionado ao bem-estar geral, à liberação de hormônios associados ao prazer e à conexão emocional do que ao consumo energético em si.
Ainda assim, quando praticado de forma saudável e consensual, o sexo pode fazer parte de um estilo de vida ativo, contribuindo para o equilíbrio físico e emocional dentro da rotina.