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Galã de Chiquititas e O Quinto dos Infernos participa hoje do programa The Noite
Lourival Ribeiro/SBTDanilo Gentili recebe Marcos Pasquim para uma entrevista descontraída nesta quinta-feira (18) em seu talk show The Noite.
Conhecido especialmente por seus papéis como galã na teledramaturgia, recorda seu primeiro trabalho no SBT: 'foi antes da Globo, eu fazia elenco do Viva a Noite, na época eu era modelo'. Sobre a novela que colocou sua carreira em outro patamar, comenta: 'acho que o divisor de águas foi O Quinto dos Infernos (2001). Além dos fãs virem falar que estavam gostando, a galera da classe (artística) vinha falar'.
Falando da pesquisa que fez para viver Dom Pedro I na trama, diz: 'o interessante do Dom Pedro é que ele tinha talentos que a gente não sabia. Ele tocava instrumentos, fazia capoeira. Vivia no meio da galera, 'de boaça'. Claro, era Imperador, impetuoso.... Era safado. Ele era priápico'.
Respondendo se é tão namoradeiro quanto o personagem, afirma: 'já fui mais'. Comentando sua boa forma, explica: 'vivo minha vida como sempre vivi. Malho para ter saúde, a aparência é consequência. Como de tudo, não tenho restrição, mas malho de duas a três vezes por semana. Jogo golf, como pouco à noite, só um sanduiche'.
Pasquim também recorda o começo da carreira artística e fala de sua participação em um grupo musical. 'Tinha 14 para 15 anos. Era uma boyband chamada Explosão. Meio contemporâneo do Dominó.... Morreu um dos integrantes, me chamaram para entrar e eu entrei. Ficamos um ano, mais ou menos. Tinha muita fã. Tenho fã até hoje do Explosão'. E lembra o primeiro de todos os seus trabalhos: 'meu primeiro trabalho foi carreto de feira, com 13 anos. Fiz um dia só'.
Tendo estado na primeira versão de Chiquititas (1997-2001), faz revelações sobre a época em que morou na Argentina para gravar a novela. 'Ouvi falar que lá tinham morenas lindas. Falei 'cara, vou achar a mulher da minha vida lá'. Cheguei lá, as mulheres não dão mole, não olham para a gente', declara.
Ele conta que tomou um 'fora' de um grupo de mulheres que tentou abordar em um restaurante e lhe disseram: 'sai daqui, a gente não quer conversar com você. Vai embora, sai da nossa mesa'. E finaliza: 'lá é difícil. Tinha que 'importar' (mulheres) do Brasil'.
Este post Marcos Pasquim afirma ter levado 'fora' de mulheres argentinas: 'Tinha que importar do Brasil' foi publicado primeiro no Observatório da TV.