Movimento Country celebra 25 anos com reinvenção no sertanejo
Por Movimento Country
Movimento Country A carreira do cantor sertanejo Marrone, dupla de Bruno, já foi marcada por diversas polêmicas e momentos difíceis. Mas um dos episódios mais assustadores de sua vida aconteceu em 2 de maio de 2011, quando ele sobreviveu a um acidente de helicóptero que poderia ter sido fatal.
O Brasil parou ao saber que o cantor havia caído com uma aeronave em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, por volta das 15h. O helicóptero, que estava em situação regular na Justiça, era de propriedade do próprio Marrone, que o havia comprado por medo de viajar de avião.
No entanto, o que começou como uma alternativa para viagens rápidas se transformou em um verdadeiro pesadelo, colocando não só a vida do cantor em risco, mas também a de outras duas pessoas que estavam a bordo.
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Naquele dia, Marrone viajava de Curitiba para São Paulo com destino à casa da filha recém-nascida. A bordo, além do cantor, estavam seu primo Jardel e o piloto Almir Bezerra.
Pouco antes da queda, a aeronave perdeu altura, atingiu uma árvore e caiu dentro das dependências de um aeroporto da cidade de São José do Rio Preto.
O acidente deixou fãs desesperados, e as investigações que se seguiram levantaram questões ainda mais polêmicas sobre o que realmente aconteceu naquele voo.
A grande reviravolta do caso surgiu quando o próprio piloto declarou que Marrone chegou a pilotar a aeronave antes do acidente.
Segundo relatos, o cantor sertanejo aproveitou uma parada para abastecimento em São José do Rio Pardo para treinar manobras, mesmo sem autorização oficial para pilotar.
Na época, Marrone estava aprendendo a pilotar helicópteros, já havia passado nas provas teóricas e exames de saúde, mas ainda não tinha permissão para voar sozinho.
A acusação levantou uma onda de especulações sobre o que realmente teria ocorrido nos momentos que antecederam a queda.
A Justiça passou dois anos investigando o acidente, tentando determinar se o cantor estava no comando da aeronave no momento da queda. No entanto, nenhuma testemunha confirmou a versão de que Marrone pilotava no momento do impacto.
Em abril de 2013, sem provas concretas contra o cantor, o caso foi arquivado pelo promotor criminal Fábio Luiz Miskulin, encerrando qualquer possibilidade de punição.
A decisão deixou dúvidas no ar, já que o depoimento do piloto indicava que Marrone teria assumido os controles durante o voo, mas a falta de testemunhos e provas impossibilitou uma condenação.
Apesar do susto e das polêmicas, Marrone seguiu com sua carreira normalmente e, anos depois, revelou que o acidente foi um divisor de águas em sua vida.
Desde então, o cantor reduziu drasticamente suas viagens de helicóptero e nunca mais cogitou obter licença para pilotar.
Enquanto Marrone se recuperou rapidamente, as sequelas ficaram para o piloto e seu primo, que enfrentaram um longo processo de reabilitação após o acidente.
O episódio, que poderia ter custado sua vida, ainda é um dos momentos mais marcantes e controversos da história do sertanejo.
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