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Candidata ao Miss Bumbum 2026 relata racismo: 'Diziam que eu fedia'

Princesona, representante da Bahia, conta que episódio aconteceu em uma academia de São Paulo durante período em que enfrentava depressão

Candidata ao Miss Bumbum 2026 revela episódio de racismo em academia
Divulgação CO Assessoria
Miss Bumbum 2026: Princesona diz ter sofrido racismo em academia de SP
Redação Entretenimento clock 07/09/2026 13:30
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A candidata da Bahia ao Miss Bumbum Brasil 2026, Princesona, de 34 anos, relembra um episódio de racismo que, segundo ela, viveu em uma academia de São Paulo em 2024, durante um período de depressão. De acordo com a ex-princesa da Corte do Carnaval de São Paulo, comentários sobre sua aparência e seu cheiro afetaram ainda mais sua autoestima em uma fase em que já enfrentava dificuldades emocionais.

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Princesona conta que a situação começou com olhares e observações e, posteriormente, evoluiu para ofensas diretas.

 

“Eu ouvia comentários, percebia olhares e, em determinado momento, começaram a dizer que eu estava fedendo. Aquilo foi ficando cada vez mais pesado porque eu já não estava bem emocionalmente”, relata.

 

O episódio coincidiu com uma mudança importante em sua rotina. Com acompanhamento psicológico, ela diz ter conseguido superar aquele momento e retomar os treinos com mais regularidade.

 

“A terapia foi fundamental para eu conseguir sair daquele período. Depois disso, mudei minha rotina, comecei a treinar de outra forma e meu corpo mudou completamente. Também parei de deixar que aqueles comentários definissem a maneira como eu me enxergava”, conta.

 

Agora, na reta final do Miss Bumbum Brasil 2026, marcado para outubro, Princesona pretende levar ao palco outra parte importante de sua trajetória: o samba. Ex-princesa da Corte do Carnaval de São Paulo, ela planeja incorporar elementos do samba de comunidade à apresentação.

 

“Quero levar para o concurso a cultura que faz parte da minha história. O samba de comunidade tem força, tem identidade e está comigo há muitos anos. Quero mostrar que uma sambista também pode ocupar esse palco e vencer”, conclui. 

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